............
Exposição dos alunos do curso livre Oficinas de Cerâmica da Escola António Arroio, dos módulos de Escultura cerâmica e Raku, com o tema Escrita do Sudoeste, orientados por Elsa Gonçalves e Alberto Lino
...
...



Da minha colecção


.jpg)
.jpg)
.jpg)


.jpg)
é para levarem. 


.bmp)








.jpg)
.jpg)

















































Catherine Henke
1949 Nasce em Genève, Suisse
1972 Conclui os estudos na escola Superior de Belas Artes de Genève
1976 Vem viver e trabalhar em Montemor-o-Novo, entre 1978 e 1982 faz várias viagens em Africa.
Trabalhou também em cerâmica, cenografia, realização de cartazes, formação para crianças e
oficina experimental.
Exposições Colectivas (selecção)
2008 Mix it up ......... R. Schaller’studio, Chelsea, N-Y
2007 A ray of hope ..... R. Schaller’studio, Chelsea, N-Y.
2007 Exteriores ........ Grupo Pro-Évora, Évora
Feira Fehispor 2007 IFEBA. Badajoz ..... Grupo de la Raya, Badajoz
Artistas Plásticos de la Raya .... Lugar diputación de Badajoz, Badajoz
2003 Exposição Arte e Artistas Suíços em Portugal .... Múseo de Água da EPAL, Lisboa.
2001 “Uma realidade separada” com W. Janssen ..... Biblioteca Calouste Gulbenkian, Ponte Sôr.
1999 Exposição no Convento da Saudação ..... Montemor-o-Novo.
1995 “Petits formats en couleur” ..... Galerie A. Mottier. Genève.
3º Festival sete sois sete luas ..... Pontedera, Itália.
Bienal de S. Tomé e Príncipe ..... S. Tomé.
1993 “O papel” ..... Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa.
1988 “5 mulheres do Alentejo” ..... Centro Cultural de S. Lorenço, Almancil.
Exposições Individuais (selecção)
2007 “Espíritos da Água” ... Galeria Municipal de Montemor-o-Novo.
2005 “Rostos-Aqui/Agora” ... Galeria 9 Ocre, Montemor-o-Novo.
2004 “Herbário” ... Galeria de arte de Vale do Lobo, colaboração com
O Centro Cultural de S. Lourenço.
“A Queda” ... Exposição e conferências, Galeria 21, Évora.
2003 “Blow up” ... Palácio da Galeria, Tavira.
2002 “Sombras” ... Galeria 21, Évora.
1999 “Espíritos” ... Sala polivalente do Convento da Graça, Torres Vedras.
“Topos” ... Galeria Municipal, Montemor-o-Novo.
1994 “Animagico” ... Galeria Évora-Arte, Évora.
1991 “Transparence des Mondes” ... Galeria de Colares, Colares.
1990 “Peinture” ... Galerie Contemporaine, Genève.
1989 « Mulheres Sibilinas » ... Galeria de Colares, Colares.
1988 “Pistas” ... Galeria Novo Século, Lisboa.
1983 “Guerreiros” ... Galeria Arta, Lisboa.
1981 “El-lE m’aime?” ... Instalação, Galeria Diferença, Lisboa.
Representada nas seguintes colecções:
Fonds Municipal de Décoration de Genève.
Fonds de Décoration et d’Art Visuel de l’État de Genève.
Câmara Municipal de Montemor-o-Novo. E em colecções particulares.
Publicações:
1950-1990 Une ville collectionne.
1984 Paisagem com muitas figuras, João Miguel Fernandes Jorge, Quetzal Editores.
1981 -2001 O livro dos artistas, Centro Cultural de S. Lourenço.
Participação da Gená F
DA COMPETIÇÃO À COOPERAÇÃO: UMA EVOLUÇÃO INDISPENSÁVEL A NOSSA SOBREVIVÊNCIA E PAZ
1. A COMPETIÇÃO:
Em todos os domínios da nossa existência ocidental, assistimos a infinitos jogos de poder, resultados de uma competição desenfreada: cascas de banana, passar a perna, olho gordo, pular carniça, jogo de cotovelo, briga de galo são entre outras, expressões populares da competição ou de comportamentos competitivos.
Na cultura brasileira que é uma cultura de paz, a competição está se instalando trazida pela perspectiva industrial euro-centrada.
No Brasil ainda subsiste o espírito do mutirão, a solidariedade da favela e o amor do abraço. O espirito da cooperação ainda está muito presente no Brasil; mas está sendo destruído por uma educação altamente competitiva.
Vamos examinar quais os inconvenientes e vantagens da competição e cooperação.
No plano individual se sabe que a competição gera a úlcera duodenal e o enfarto do miocárdio, doenças dos executivos. É verdade também que as competições esportivas aumentam a musculatura do corpo e podem contribuir para a saúde. Mas são elas indispensáveis para isto já que se observa pessoas fazendo cooper sem nenhum espírito de competição?
No plano emocional, observou-se que os jogos competitivos incentivam o orgulho de vencer, o egoísmo de ser o único a se sobrepor, e que gera o ciúme e a inveja dos vencidos. Na escola, na vida empresarial no serviço militar e entre irmãos em famílias que cultivam comparações fraternas, isto é um fato. A única vantagem emocional é o prazer efêmero da vitória, prazer aliás insaciável, que vicia as pessoas em repetir competições até o fim da vida.
No plano mental, a competição gera idéias de dominar, de autocracia, sem contar o fato de criatividade se colocar a serviço das idéias de trapaças, de espionagem, de enganar e dissimular. É verdade que a competição escolar e universitária estimula a aprendizagem. Mas será que o preço pago compensa os sistemas educacionais competitivos? Sabe-se que o sentimento de vencer a si mesmo é também um grande estímulo sem necessitar a competição. A competição no plano da mente, provém, de uma percepção ilusória de separação sujeito objeto, "eu" e o "outro"; pelo sentimento de superioridade ela reforça ainda mais esta miragem, esta fantasia da separatividade.
Na área da sociedade, a competição cria um ambiente espiritual bastante pesado e denso.
No plano da economia, o espírito de competição virou o lema do neo-capitalismo que reza por mercados competitivos e empresas competitivas. Esta mentalidade é responsável indireta e subconsciente do hiperconsumo que gera a destruição da vida no planeta. A competição econômica, através do desemprego está criando gerações de excluídos vivendo numa miséria intolerável. A competição entre mercados nacionais é um dos fatores gerando bem conhecidos de guerras, sem falar da desonestidade da espionagem econômica.
No plano da vida sócio-política a competição entre partidos políticos e ideologias religiosas é um dos grandes fatores geradores de conflitos violentos e de guerras civis ou internacionais. Estas competições ideológicas tendem a estabelecer ditaduras e oligarquias. Certas ditaduras como a nazista, contribuiu pelo aumento planejado da população germânica, para ter mais combatentes para a guerra.
Os partidários deste tipo de competição afirmam que as sociedades competitivas e os mercados competitivos são os que sobreviveram e que a competição entre empresas aumenta a população e melhora a qualidade dos produtores e serviços.
No plano cultural dos valores éticos, a competição gera uma cultura de trapaça, jogos de poder, esperteza, desonestidade, fraude e corrupção. A fantasia da separatividade se torna um consenso; todo mundo acredita em separatividade e separação entre disciplinas científicas. Os partidários da competição afirmam que ela estimula o progresso cultural e científico. Mas será ela o único estímulo existente para este fim?
Enfim na área do meio ambiente, a competição é responsável pelo suicídio coletivo da humanidade e pela destruição definitiva das espécies vivas, resultado de grande parte do processo que descrevemos mais acima. Os partidários da competição faz parte da ordem natural: cadeia alimentar em que todos os seres vivos se consomem entre si, competição dos machos pela posse da fêmea, observações teológicas de Konao Lorenz do aumento da agressividade e violência quando a densidade populacional aumenta. mas será que a natureza do homem não é justamente de transcender a sua própria constituição instintiva animal, cultivando os altos valores construtivos entre os quais a cooperação?
É o que vamos examinar a seguir:
2. COOPERAÇÃO
Vimos o quanto a competição é nociva e destrutiva em todas as áreas e níveis da atividade humana. O número e intensidade dos seus inconvenientes é muito maior que as suas vantagens, as quais se limitam ao fomento da produtividade e qualidade de bens de consumo e serviços e a aprendizagem na educação. Vimos que o preço é alto e que há outros meios de conseguir estes resultados.
Vamos agora verificar que no caso da cooperação, só existem vantagens em todas as áreas e níveis considerados anteriormente para a competição.
Na área individual, a cooperação gera um estado físico de saúde estimulando um funcionamento glandular harmonioso pois gera sentimentos e emoções altamente construtivas tais como o amor, a compaixão, a alegria e a equanimidade; as gera ou resulta delas. No plano da mente, a cooperação estimula a dissolução da dualidade que se opõe o "eu" e o "outro". Na cooperação há momentos em que se constata que só há um espírito o qual é integrado pelos espíritos individuais em aparência separados.
Vamos agora passar a considerar a área da sociedade, começando pela economia.
No nível internacional a criação de empresas multinacionais tendem a reforçar os blocos econômicos e transnacionais, tornando as guerras uma ameaça a sua própria existência. Mesmo a competição entre os blocos econômicos já começam a serem substituídos por esforços de cooperação. O termo parceria virou até moda nos meios empresariais. Começam a aparecer iniciativas ainda inconcebíveis há uma década atrás; carroceria de uma empresa equipada com motor de automóvel de outra empresa.
No plano das microempresas, cooperativas criam união provocada pela cooperação facilitando o escoamento dos produtos.
Existem até redes de empresários cujo objetivo é, através da cooperação evitar a destruição da vida no planeta e preservar o meio ambiente.
Afim de evitar o hiperconsumismo, surgiu nos USA, um movimento espontâneo de simplicidade voluntária; milhões de norte-americanos reduzem voluntariamente o seu consumo de roupas, móveis de madeira, sapatos, gasolina etc.
Tanto nas empresas como nas escolas, está se desenvolvendo jogos cooperativos. Estes jogos permitem experiência como a cooperação.
Eis por exemplo o que Guillermo Brown, no seu livro "jogos Cooperativos" observou quanto as reações dos mesmos jogadores, no mesmo jogo, apresentado sucessivamente de modo competitivo e cooperativo.
FORMA COMPETITIVA:
individualista
participação limitada
desordem
ganhador-perdedor
desunião
trapaça-esperteza
frustrante
limitante
repúdio
conformismo
FORMA COOPERATIVA:
"o jogo sou eu" grupal
todos participam
organização
todos ganham
união
honestidade
reconfortante
amplo
acolhida-confiança
desafio coletivo
"o jogo somos nós"
No Brasil há uma prática que faz parte dos seus hábitos de Cultura de Paz: é o mutirão. Mutirão é uma palavra mágica; todo mundo se precipita para cooperar nas colheitas entre fazendas. A grande educadora Helena Antipoff, usava o mutirão da colheita do milho, educando os professores rurais, através da festa do milho, para desenvolver o espírito de cooperação.
Vamos agora examinar a cooperação na Natureza.
O espírito de mutirão existe até em animais; basta lembrar as migrações de pássaros, a construção dos ninhos, os formigueiros e as colméias de abelhas.
Estas últimas são até citadas muitas vezes como exemplos de sociedade cooperativas.
A cooperação é realmente programada, faz parte da informática da natureza. pode se dizer o mesmo da comunicação musical entre animais que é também um modo de cooperação.
Podemos até nos perguntar até que ponto a cadeia alimentar evocada como exemplo de competição, não seria, visto de um plano de preservação do todo, como uma forma de cooperação (forçada...) para a preservação deste? Assunto para reflexões e controvérsia.
Convém ainda assinalar, no plano da cooperação para a preservação da vida, o respeito que tem os animais que nunca atacam um outro animal indefeso da sua espécie: há o caso do lobo que mesmo numa luta pela fêmea, nunca ataca um lobo ferido e caído no chão.
É sabido que a melhor forma de se defender contra o ataque de cachorros agressivos é deitar no chão.
Mostramos as vantagens e inconvenientes da competição. Quanto a cooperação, tudo indica que ela só tem vantagens. Deixamos ao leitor o julgamento final...
Por:Pierre Weil

...

.......

Filactera, meu Amor!
Trata-se de uma actividade bem divertida que propõe uma ponte entre a aprendizagem do Português e a linguagem da Banda Desenhada, dedicada aos pré-adolescentes.
São 90 minutos intensos de trabalho, com pesquisa nos dicionários sempre que a grafia ou significado das palavras levante alguma dúvida. Estimula-se o debate à volta do significado dos adjectivos e procuram-se verbos que traduzam o sentido das onomatopeias. Uma actividade lúdica, de cooperação, em que a aprendizagem é feita por meios não formais.
Quando os participantes entram na sala, já três grandes folhas papel de cenário estão afixadas na parede. O animador começa por interagir com os jovens, utilizando a simbologia da B.D., desenhando na grande folha de papel.
Seguem-se as diferentes expressões do rosto. A cada nova expressão, ele pede ajuda a um participante para que escreva, em “ português de lei “, a palavra que define aquele estado de alma, naturalmente um adjectivo.
A seguir, surgem os balões de banda desenhada (as “filacteras”), traduzindo cada um, uma situação específica. Também aqui, os participantes são convidados a escrever os conteúdos dos balões vazios.
Por fim, as diversas expressões onomatopaicas que habitualmente acompanham as personagens, todas traduzíveis em português regular: Aqui o desafio é encontrar o verbo correspondente a cada expressão.
Encerraremos a sessão partilhando o que produzimos em conjunto.
Por onde já passou o “Filactera meu Amor!”:
Oficina integrada no programa de itinerâncias da DGLB
Comum – Rede Cultural
O Espaço do Tempo (Montemor o Novo)
Várias bibliotecas da Rede Pública de Leitura e Escolares
....


....





PEDRO FAZENDA
- Nasceu em Coimbra, Portugal, em 1957.
- De 1977 a 1982 estuda desenho, pintura, gravura, fotografia e escultura no AR.CO – Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa.
- Desde 1985, com os escultores Silvia Westphalen e João Cutileiro é co-responsável pelo Departamento de Escultura em Pedra do Centro Cultural de Évora. Nesse âmbito produziu inúmeras exposições, apoiou a execução de projectos na área da escultura e design em pedra, orientou workshops, deu consultadoria, além de desenvolver os próprios trabalhos de escultura. Executou inúmeros troféus, protótipos e múltiplos, para diversas finalidades. Colaborou também em projectos de arquitectura e urbanismo, em que a escultura é parte integrante desde o início da concepção. Tem promovido acções de formação da área da tecnologia e logística da escultura em pedra, restauro e integração na arquitectura e urbanismo.
Está representado em diversas colecções.
Exposições individuais:
2005 “Iminentes”, Galeria 21, Évora.
2003 Conjunto de Esculturas em Pedra na Casa Nobre da Rua de Burgos – Delegação do Ministério da
Cultura em Évora, no âmbito do projecto Escultura na Cidade – Évora 2003, Évora;
“Peças Contraditórias”, Pousada N.ª Sra. da Assunção, Arraiolos;
Esculturas em Pedra – integrado no projecto “Danças com Livros”, Convento da Saudação,
Montemor-o-Novo.
2001 “432 esferóides” instalação na Cuba, Capela de São João Baptista, no âmbito do “Monsaraz Museu Aberto”, Monsaraz.
1998 “Interiores”, Galeria Évora Arte, Évora.
1997 Biblioteca Municipal Calouste Gulbenkian, Ponte de Sôr.
1996 Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal.
1995 Galeria de Arte Tamar, Évora.
1994 Jardim do Departamento de Psiquiatria do Hospital São Francisco de Xavier, Lisboa;
Galeria Municipal de Montemor-o-Novo.
1989 Galeria ARA, Lisboa.
1988 Galeria Leo, Lisboa.
1987 Galeria Roma e Pavia, Porto.
Esculturas públicas em:
- Abrantes, Alfândega da Fé, Almada, Évora, Fundão, Montemor-o-Novo, Reguengos de Monsaraz, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.
Participou:
- III Simpósio de Escultura de Alfândega da Fé – Alfândega da Fé, Portugal, 2004.
- III Simpósio de Escultura em Terra(cota) – Montemor-o-Novo, Portugal, 2001.
- Simpósio Internacional de Escultura - Durbach, R.F.A, 1986.
- Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Porto, Portugal, 1985.
- Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Verona, Itália, 1981.
- Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Évora, Portugal, 1981.
Participa em dezenas de exposições colectivas desde 1980.
Trabalhos Relevantes:
2006 Escultura em mármore, de grandes dimensões (3,50 x 15,00 x 15,00m) “Portas da Cidade”,
Torres Novas.
2004 Escultura em granito e xisto, executada no III Simpósio de escultura de Alfândega da Fé;
Conjunto escultórico em mármore e bronze evocativo da “Apanha do figo”, Torres Novas.
2002 Escultura para o campo de golfe de “Vila Sol”, Vilamoura;
Conjunto escultórico em mármore “Homenagem ao Figo e à Figueira”, Torres Novas.
2001 Escultura em taipa (terra compactada), realizada no âmbito do “III Simpósio Internacional de Escultura em Terra(cota)”, Montemor-o-Novo;
Escultura em mármore de homenagem “O Fogueteiro”, Vila Nova da Barquinha;
Escultura em mármore executada na Escola Secundária do Fundão no âmbito de concurso nacional
promovido pelo Ministério da Educação.
2000 Escultura Team 4, Algés.
1999 Escultura em mármore e vidro para o Fórum Municipal, Castro Verde.
1998 Escultura para espaço público de café restaurante, integrada na recuperação arquitectónica do
edifício, desenvolvendo-se do rés do chão ao 2.º andar do mesmo, Abrantes.
1997 Escultura em mármore evocativa da figura de Túlio Espanca, Colégio do Espírito Santo, Universidade de Évora.
1995 Relevo em mármore (3,00 x 25,00m) na parede exterior do Museu do Café, em Campo Maior.
1994 Escultura em mármore evocativa da figura de Florbela Espanca, realizada no âmbito do centenário do nascimento da poetisa, colecção particular, Évora.
1985 Escultura “Simpósio Internacional de Escultura em Pedra”, Porto;
Escultura “Simpósio Internacional de Escultura”, Durbach, RFA.
1981 Escultura em Pedra “Homenagem a Julieta”, Verona, Itália;
Escultura em mármore executada no Simpósio Internacional de Escultura em Pedra, Évora.
pfazenda@hotmail.com
Nota sobre o video
December 21, 2007
Sessão realizada na 5ª feira 13 de Dezembro 2007 às 21 horas no Salão do Ar.Co, Rua de Santiago, 18, Lisboa
Em sessões que se desenrolarão ao longo do ano lectivo, personalidades nacionais e internacionais envolvidas na produção, divulgação e administração das artes são convidadas a destacar, individual e informalmente, aspectos relevantes da sua experiência profissional ou de recentes experiências formativas, compondo visões subjectivas dos mecanismos do "mundo da arte".
As sessões destinam-se prioritariamente a alunos do Ar.Co em fase de finalização da sua formação (Fases 3, Cursos Avançados, Projectos Individuais).
NOTA BIOGRÁFICA
Manuel da Costa Cabral, nasceu em 1941. Formou-se em Pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1963) e trabalhou como professor de arte em diversas escolas públicas e privadas e como designer de exposições em colaboração com o pintor Manuel Lapa. Envolveu-se em inúmeras actividades de animação e intervenção socio-cultural nos últimos sete anos da ditadura (1967-74) e nos primeiros sete anos de democracia (1974 --81). Entre 1971 e 72 realizou uma visita de estudo, de seis meses, a vinte instituições artísticas universitárias americanas como bolseiro do Instituto Internacional de Educação e da Fundação Calouste Gulbenkian sob orientação do professor Rudolf Arnheim de Universidade de Harvard. Entre 1974 e 1977 colaborou no projecto de arranque da cooperação portuguesa voluntária na República da Guiné Bissau (formação de professores).
Em 1973 fundou em Lisboa o Ar.Co- Centro de Arte e Comunicação Visual, tendo sido seu Director Executivo durante 21 anos.
Em 1993 recebeu o grau de Honorary Fellow do Royal College of Art em Londres.
Retomou a actividade de pintor em 1982 e tem exposto regularmente desde 1989.
Desde 1994 exerce as funções de Director do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian.
MARGARIDA SANTOS SARAIVA
NASCEU EM LISBOA, A 2 DE ABRIL DE 1951
TRABALHOU COMO DESIGNER GRÁFICO NAS PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA
TRABALHOU EM MOÇAMBIQUE COMO FREE – LANCER, EM PUBLICIDADE, E LIGADA A UM GRUPO DE SOLIDARIEDADE NACIONAL TRABALHOU COM CRIANÇAS DE RUA EM EXPRESSÃO PLÁSTICA CERÂMICA TRABALHOS EM PAPEL BRINQUEDOS A PARTIR DE MATERIAIS RECICLADOS, TECIDOS, COURO, ETC
DE NOVO EM LISBOA, TRABALHOU NA DOPERFILME COMO DESIGNER GRÁFICO DE PUBLICIDADE PARTICIPOU NUM PROJECTO EXPERIMENTAL COM UMA ESCOLA INFANTIL (INFANTÁRIO DA AJUDA) LIGADA A OUTRAS ESCOLAS COM CRIANÇAS, EM EXPRESSÃO PLÁSTICA, DRAMATIZAÇÃO E ARTESANATO URBANO
COLABOROU AINDA COM ILUSTRAÇÕES PARA A EDITORAS DISCOGRÁFICAS
TRABALHOU EM ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA DE ARQUEOLOGIA PARA O INSTITUTO ARQUEOLÓGICO ALEMÃO,PARA O CENTRO DE ARQUEOLOGIA DA FACULDADE DE LETRAS DE LISBOA , E AINDA PARA O MUSEU DE ARQUEOLOGIA .
EFECTUOU TAMBÉM UM ESTÁGIO DE RESTAURO DE CERÂMICA EM CONÍMBRIGA
COLABOROU COM O ENCENADOR ADOLFO GUTKIN NA CENOGRAFIA DE ALGUMAS PEÇAS DO GRUPO DE TEATRO “MAIZUM”
ESTEVE EM MACAU TRABALHANDO NO LEAL SENADO E NO FÓRUM DE MACAU, ONDE DESEMPENHAVA FUNÇÕES DE DESIGNER GRÁFICO COLABOROU AINDA EM JORNAIS E REVISTAS CAMPANHAS DE LANÇAMENTOS DE ESPECTÁCULOS DESPORTIVOS, ACÇÕES DE LANÇAMENTO DE CAMPANHAS DE IMPLEMENTAÇÃO DA HIGIENE E LIMPEZA NA CIDADE, JUNTO DAS ESCOLAS FAZENDO TRABALHOS DE SENSIBILIZAÇÃO NAS ESCOLAS JARDINS E PRAÇAS COM ALUNOS E POPULAÇÃO EM GERAL
REGRESSOU A LISBOA E EXECUTOU MAQUETAS PARA EXPOSIÇÕES NO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA E DESENHOS MAQUETAS E ILUSTRAÇÕES PARA O INSTITUTO ARQUEOLÓGICO ALEMÃO DELEGAÇÕES DE LISBOA MADRID E ALEMANHA PARA O MUSEU DA CIDADE EM LISBOA ,PARA O MUSEU DE TORRES VEDRAS PARA A REVISTA ERA
TEM TRABALHOS DE ILUSTRAÇÃO CIENTIFICA DE ARQUEOLOGIA PUBLICADOS EM VÁRIAS REVISTAS MONOGRAFIAS E CATALOGOS EM ESPANHA PORTUGAL ALEMANHA E FRANÇA DOS QUAIS SE PODEM DESTACAR: MADRIDER MITTEILUNGEN MADRIDER FORCHUNGEN ROTEIRO DA PENINSULA IBERICA, REVISTA PORTUGUESA DE ARQUEOLOGIA, ARQUEOLOGO PORTUGUÊS,REVISTA ERA ,CATALOGO DE CERAMICA DE ALPIARÇA DA COLEÇÃO DO MUSEU DOS PATUDOS E DO MUSEU DE ANTROPOLOGIA DA UNIVERCIDADE DO PORTO E DIVERSOS CATALOGOS DE EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS DE ARQUEOLOGIA
LIGADA AO I.F.C.T. (INSTITUTO DE FORMAÇÃO E CRIAÇÃO TEATRAL), PARTICIPOU EM VÁRIOS CURSOS DO FUNDO SOCIAL EUROPEU COMO PROFESSORA DE REALIZAÇÃO PLÁSTICA, MÁSCARAS, CARACTERIZAÇÃO E FIGURINOS, UTILIZANDO ENTRE OUTROS, MATERIAIS COMO LÁTEX, RESINAS, FIBRAS, GESSO, SILICONE E POLIÉSTER.
COLABOROU COM ROLNEY BARRETO NO CENÁRIO DAS PEÇAS “A COMPANHEIRA “DE ADOLFO GUTKIN, “ HOMO DRAMATICUS”, DE ALBERTO ADELACHE, E RECITAL DE MUSICA ESPANHOLA PARA VOZ E GUITARRA CLÁSSICA – FESTIVAIS DE LISBOA DESENHOU FIGURINOS PARA A PEÇA INFANTIL “VERDE QUE TE QUERO VER “, UMA PRODUÇÃO BRASILEIRA E PARA “EX QUE LECTO “DE ADOLFO GUTKIN.
COMO ANIMADORA CULTURAL, TRABALHOU DURANTE DOIS VERÕES EM CERÂMICA, ARTESANAL, TRABALHOS COM TECIDOS, COURO PASTA DE PAPEL, PASTA DE MADEIRA, PINTURA E DECORAÇÃO, COM O CENTRO DE DIA DA JUNTA DE FREGUESIA DAS MERCÊS EM LISBOA.
PARTICIPOU NUM WORKSHOP DE PINTURA EM FOTOGRAFIA NA ESCOLA “AR.CO”, COM KLAUS POLLMEIER.
PARTICIPOU NO SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE JOVENS CENÓGRAFOS, ORGANIZADO PELO INSTITUTO INTERNACIONAL DE TEATRO DO MEDITERRÂNEO, INTEGRADO NO FESTIVAL INTERNACIONAL MADRID – SUL EM FUENLABRADA MADRID.
.PARTICIPOU EM EXPOSIÇÕES COLECTIVAS COM TRABALHOS DE PINTURA E DESENHO
TURISMO DE SINTRA
margarida.saraiva@yahoo.com.br
Jorge Manuel Ferreira Pinheiro
- Nascimento em Lisboa, em 1951.
-Licenciado em Direito (1974)
- Baterista e vibrafonista na banda “Ephedra” (1972/1989)
- Gestor de loja de artesanato (1972/1976)
Gestor do restaurante “A Cozinha da Cartuxa ”(1972/1976)
- Pintura e Escultura Ambiental (autodidacta)
- Em 2007 publica o livro “Turista Ocidental – Crónicas de Viagens”.
-Autor do blogue www.expressodalinha.blogspot.com


Ana Leonor M. Madeira Rodrigues é uma artista e investigadora interessada nos processos cognitivos do acto de desenhar e na sua especificidade como modo de comunicação não verbal.
Ana L. M. Rodrigues é licenciada em Artes Plásticas. Durante um semestre, frequentou as aulas práticas de Anatomia, no hospital do Campo Santana (que resultaram na sua primeira exposição de desenho). Em 1984/85, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian frequentou a Akademie der Bildenden Kunst, em Munique. Entre 1989 e 1992 viveu em Berlim, onde realizou uma especialização em Estudos Culturais e Técnicas de Comunicação Estética e Artística, na Hochschule der Kunst TU (1996). Ana L. M. Rodrigues tem um doutoramento em Arquitectura (Comunicação Visual) e trabalha como Professora Associada na FA-UTL.
Ana L. M. Rodrigues publicou os seguintes livros O Desenho, Ordem do Pensamento Arquitectónico, Editora Estampa, Lisboa, 2000; O Desenho, Editora Quimera, Lisboa, 2003; Queimado Por Azul, Editora Assírio e Alvim, Lisboa, 2006 e Ensaios nas Margens do Futuro, Sentidos e Significações, uma colectânea da Editora Estampa, Lisboa, 2007.
Algumas das suas exposições individuais mais significantes foram: Desenhos, na Casa da Cerca, em Almada (1998); Der BBB Effect (vídeo e instalação), na Galeria Fruchtig, em Frankfurt (1998); The BBB Effect, uma performance e participação na conferência Real Culture, Reproduction(s)and Rip-Offs, Kansas State University, USA; The BBB effect, more theories on a Pseudo Science, performance e participação na conferência para o Festival Postmodern Piracy, Ohio – Kent State University; Entropia, uma instalação no antigo laboratório de química da Escola Politécnica – Museu de Ciência, em Lisboa (1999); Ai Flores do Verde Pinho, Museu e Jardim Botânico de Lisboa (2001); O efeito BBB Revisitado (desenhos e vídeo), Galeria Diferença, em Lisboa (2002); Documentos Sobre um Caso Tipo, Galeria Assírio & Alvim, em Lisboa (2004); Perder-se de amores…, na Galeria Monumental, em Lisboa (2005); Actos Compulsivos da Comunicação entre Bactérias e Humanos, na Biblioteca da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova.
Participou em várias exposições colectivas como Not to…, em Lisboa (1999); O Efeito BBB, emLisboa (2000); Passos 2000, com a instalação e vídeo Sweet Sixteen, em Lisboa (2002); Freemanifesta, distribuição de 700 auto-colantes alusivos ao “efeito BBB”, em Frankfurt (2002); Drawing, - The Process, Kingston University, UK (2003); 10 anos de Desenho e O Desenho Dito, ambas na Casa da Cerca, em Almada (2008). Em 1999, participou num projecto de pintura no muro de Berlim, organizado pela “East Side Gallery”, que será restaurado este ano, em Junho.