7.12.09

Roberto Barbosa Um olhar de fogo


Lançamento do livro sexta feira 11.12.2009
pelas 18h30, no Palácio Pombal, sede do IADE.






"Este livro é uma parceria entre a escrita de Jorge Pinheiro, que procura biografar a vida de Roberto de uma forma impressionista, a inteligência visual de Carlos Costa, que faz a selecção de imagens e o comentário à obra, e o rigor e profissionalismo de Mafalda Diniz, responsável pelo design gráfico. Com prefácio de Francisco Teixeira da Mota e com a ajuda de ex-alunos que procederam, dedicadamente, à recuperação de velhos slides, este livro não é uma homenagem, mas a continuação de uma obra que ficou incompleta. Ao longo destes dois anos e meio foram feitas dezenas de entrevistas e visionados milhares de slides e fotografias. O resultado é este livro."
Jorge Pinheiro

...
...

3.12.09

* 16 - 2000 - papel reciclado / técnica mista - 27 x 34 cm


...
...

29.11.09

LUPA DESIGN


DANUTA WOJCIECHOWSKA


...
...

21.11.09

* 16 - 2000 - papel reciclado / técnica mista - 27 x 34 cm


...
...

13.11.09

APORIAS
E INOMINÁVEIS

PEDRO FAZENDA. ESCULTURA






Estes objectos são parte de duas famílias, cuja evolução tenho
vindo a acompanhar há alguns anos. Cruzam-se e afastam-
-se sem ciclos ou ritmos, que me sejam perceptíveis por
enquanto. Às vezes surgem, de repente, completamente
definidos, como um flash brilhante. Outras, vão-se construindo
lentamente, sem necessidade de se revelar no seu todo,
trocando elementos com a mesma família, ou com a outra,
originando derivações e sub-famílias.

A aporia é uma palavra de origem grega significando,
literalmente, a não passagem, a impossibilidade da
comunicação. O conceito filosófico é mais paradoxal, pois a
comunicação, a passagem ou a interpretação, são possíveis
aparentemente mas, efectivamente não passamos, não
comunicamos e a interpretação leva-nos a um absurdo beco
fora do tempo. Sócrates, o grego, usou o conceito, Aristóteles
definiu-a como a igualdade de conclusões contraditórias.
Shakespeare, Beckett, Borges, Ramos Rosa, Foulcault, Derrida,
Clarice Lispector, Van der Graaf Generator de Peter Hammill,
David Lynch, os que não me lembro agora e outros que não
Conheço, utilizaram a aporia no processo criativo e filosófico.

As duas famílias confundem-se, quando melhor as conheço,
mais semelhantes e diversas me parecem. Não me interessa
investigar genealogias ou identificar relações pontuais, sou
um observador anónimo, intervenho o mínimo naquilo que
me é dado observar, uma pequena parte do todo, que não
consigo imaginar. Acontece a estes personagens, objectos,
utensílios, máquinas disparatadas, aparecerem aleatoriamente
(penso eu). Retenho o que consigo, vou estudando a escala,
a ergonomia e a simbologia. Talvez não tenham função, talvez
sejam resíduos de outro tempo, futuro, presente ou passado.
Resíduos, sobre os quais se especula, estão completamente
descontextualizados, descontinuados.

Pedro Fazenda
outuro, 2009.
...
...

8.11.09

Euphorbia - Gariepina
2009 Aquarelle A3


...
...

5.11.09

HOMENAGEM A XICO ZÉ
SÁBADO, 7 DE NOVEMBRO (21,30h)
BAR "OS RAPOSOS"

Maria Morbey interpretando originais
e inéditos de Xico Zé


http://www.mapacultural.com/
...
...

4.11.09

Da Terra e do Ar




CONVERSAS À VOLTA DO PESO E DA LEVEZA
Dias 7 e 8 de Novembro
Ciclo de Conferências, Arte Contemporânea

Américo Rodrigues, João Barrento, Manuel Portela, Rui Torres, Vítor dos
Reis, Tomás Maia, André Maranha, Rui Oliveira, Catarina Rosendo, Olga
Ramos, Raquel Feliciano, Ana Sousa Dias.
As comunicações vão reflectir a partir da necessidade de criar. As obras
dos autores Sophia de Mello Breyner Andersen, Jorge Viera e Gerard
Castello-Lopes, celebradas. A arte como fundadora do ser e da humanidade. A leveza como o desejo de superar o peso da matéria. A liberdade.
ler aqui

ESCULTURAS LEVES
De 7 a 28 de Novembro
Exposição Colectiva de Escultura

Catherine Henke, Cristina Ataíde, Graça Pereira Coutinho, Sara Antónia
Matos, Sérgio Vicente, Tiago Fróis e Virgínia Fróis.
Durante o Verão de 2008, no mês de Julho entre os dias 14 e 18 decorreu no Moinho do Ananil em Montemor-o-Novo uma acção que juntou artistas plásticos e mestres cesteiros com o intuito da criação de esculturas. A matéria vegetal como processo de desenvolvimento dos conceitos de peso e leveza.

ler aqui

Oficinas do Convento
Carreira de S.Francisco
Convento de S. Francisco 7050 - 160 Montemor-o-Novo
tel: 266 899 824 - fax: 266 899 825
telemóvel 91 636 70 40
http://www.oficinasdoconvento.com/
...
...

1.11.09

APORIAS
E INOMINÁVEIS

PEDRO FAZENDA. ESCULTURA





O Município de Ponte de Sor. A Loja do Lopes e a Fundação das Casas
de Fronteira e Alorna convidam para a inauguração de
Pedro Fazenda que se realiza pelas 18.30 horas do dia 7 de Novembro
de 2009 no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor.

Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor
Av. Da Liberdade. Nº 64 F. T 242292070. F 242 292 076.

E-mail: bib-ponte-sor@mail.telepac.pt
Exposição patente de 7 de Novembro a 12 de Janeiro de 2010
Horário: 2ª a 6ª feira – 10h-13h/14h-18h
...

...

24.10.09

*28 - 1994 - papel reciclado/pigmento - 39 x 51 cm



...

19.10.09

Silvia Westphalen
COWPARADE
VACAS ACRÍLICAS PINTADAS DESFILARÁN POR LIMA DESDE NOVIEMBRE







ler no Correo
...
...

11.10.09

17 - 1994 - papel reciclado/pigmento - 39 x 51 cm

...
...

3.10.09

Os dias em que trabalhamos são os dias melhores
Georgia O'Keeffe



...

26.9.09

22 - 1994 - papel reciclado/pigmento - 39 x 51 cm


...

...

21.9.09

Juliane Fressynet

nº14 - 12ºD
Escola secundaria artística António Arroio
Produção artística - Cerâmica
2007/2008





Medals

theme: create a medal for several sports

I started out by creating a basic shape that would fit all sports requested (volleyball, basketball and badminton).

The initial shape for the medals started out by the unioin between the number “1” (simbolizing 1st Place) and the letter “V” (simbolizing victory) .

Both “1” and “V” were made in perfect assimetry, in order to assemble each other as a unique geometrical piece. From that resulting piece an exactly assimetrical one was made, in order for them to fit perfectly into each other. The idea behind the fitting was to express that the team’s union is their strenght, it was also intended to create a heart shape to simbolize the “Love for the Game”.

After concluding the base medal shape, for each sports, we can observe between them two diferences, the (relevo) from the ball from each sport....








...
...

13.9.09

A4 - 2009

...
...

5.9.09

Pedro Cabral. Lisboa. 1954. Arquitecto









ISTO DOS BONECOS DE BOLSO ...

... é uma actividade que me tem proporcionado momentos muito agradáveis.

Fazer um boneco obriga-me a escolher um motivo, a optar por um ponto de vista e a destinar um tempo para o assunto. Para além de aumentar a capacidade de análise, os bonecos permitem uma quase apropriação do “modelo” sem provocar incómodos ou efeitos secundários.

Não ligando à qualidade dos resultados, os bonecos de bolso, particularmente quando feitos em viagem, deixam-me sentir próximo de tantos artistas maiores ou menores que por este processo deixaram as suas impressões e sensibilidades.

Encanta-me também a simplicidade e a economia de meios necessários. Embora seja tanto mais divertido desenhar quanto maior e mais abundante for o material, o estritamente necessário é realmente mínimo e transportável em qualquer bagagem e para qualquer lugar. Não depende de filmes, pilhas, máquinas, etc.

Também gosto de tirar fotografias mas, quando mais tarde se fala de determinado local, a minha recordação é completamente diferente se tiver feito um boneco ou tirado uma fotografia. Durante um passeio, o tempo “gasto” em bonecos ajuda-me a sentir o local deixando-me afastar dos aspectos mais massificantes do turismo e da “japonização” fotográfica.

São uma das principais razões que me levam a gostar de viajar sozinho. Quando em grupo, há sempre tempos ritmos e interesses diferentes. Não consigo a calma necessária para “gozar” um boneco sabendo que está alguém à espera. Além disso tenho a maior dificuldade em desenhar com alguém espreitando por cima do meu ombro.

As oportunidades surgem também nos tempos de espera. Costumo andar armado com papel e lápis especialmente para aproveitar estas ocasiões em que o motivo surge fortuitamente mas que são, por vezes, as mais divertidas.

Cada vez mais tenho usado cor nos bonecos. Agora trago frequentemente no bolso uma pequena caixa de rebuçados com lápis de cor cortados ao meio.

Embora sem o carácter de caderno diário, desde Setembro 2005 que venho publicando alguns bonecos no
http://bonecosdebolso1.blogspot.com/

http://www.diariografico.com/htm/outrosautores/Cabral/cabral01.htm
...

...

30.8.09

A4 - 2009

...

...

22.8.09

Ana Leonor Madeira Rodrigues - Berlin Wall -

















seguir por aqui
...

...

17.8.09

A5 - 2009

...
...

11.8.09

Dragões nos Açores

Miguel Horta, conta uma história de sua autoria, sobre Dragões, Bruxas e Dragoeiros nos Açores. No CONTEMFESTA, Porto 2009



O pintor contador de histórias. Miguel cruza imaginários como quem mistura pinceladas de côr. Pragas algarvias, contos crioulos, histórias de pescadores, tudo cabe no seu saco. É dinamizador da Biblioteca António Ramos Rosa, na Cova da Moura e conta contos pelo país. Miguel horta é um pintor, que escreve e ilustra os seus livros ao sabor do levante que sopra pela ria e pelos duros arrifes do barlavento. Desde criança que teve o contacto decisivo com o mar e com todos os mentirosos imaginativos que seguiam a bordo da embarcação. Depois, quando não havia oceano, existiam os livros com todo aquele mundo para ser lido através dos olhos dos outros.
Talvez mais importante que os peixes, sejam as pessoas com as suas histórias; foi assim que se embrenhou pelo interior do país descrevendo outras vivências que podemos escutar nos seus textos ilustrados e nos contos partilhados. Provavelmente essa preocupação com o outro, em textura social, o tenham transformado num promotor do livro e da leitura reconhecido por todos que acolhem as suas oficinas educativas em bibliotecas ou intervindo directamente em bairros problemáticos.
A maré deixou-nos este mediador cultural pousado nas areias da nossa praia como se fosse um salvado do mundo contemporâneo.

.....

http://www.memoriamedia.net/contemfesta/index.php?option=com_content&view=article&id=55&Itemid=55
...
...

3.8.09

275 - 2008 - óleo / tela - 74 x 101 cm


...
...

26.7.09

Juliane Fressynet

Em dois suportes cilindricos e a partir da escrita do sudoeste quis brincar com alguns dos seus símbolos inserindo-os num padrão gráfico com o objectivo de marcar tanto a areia como a terra, exprimindo um ciclo sem princípio nem fim.

.......


.......


.......


















.........

DA FORMA DA ESCRITA À ESCRITA DA FORMA

A Escrita do Sudoeste, como tema do módulo de escultura cerâmica, orientado por mim no Departamento de Cerâmica da Escola António Arroio, em regime livre, surgiu na sequência da minha visita ao Museu da Escrita do Sudoeste -
MESA, quando da minha exposição em Almodovar. De imediato me identifiquei com aquelas formas, sobretudo pela sua riqueza plástica, sentido necessidade de o partilhar.

Partilha, foi também o mote que deu vida ao grupo, apesar da diversidade de idades e de formação. Jovens e adultos partilharam vivências, num ambiente de trabalho de franca camaradagem, mesmo para além do espaço escola. Organizaram-se para visitas de estudo, para criar
blogues, para fotografar, para pesquisar...

DA FORMA DA ESCRITA À ESCRITA DA FORMA é o título desta exposição que só é possível graças ao interesse e disponibilidade demonstrados pela Câmara Municipal de Almodovar.

Elsa Gonçalves
Professora na Escola António Arroio









...
...

19.7.09

274 - 2008 - óleo / tela - 74 x 101 cm


...
...

14.7.09

..............."da forma da escrita à escrita da forma"
............



Exposição dos alunos do curso livre Oficinas de Cerâmica da Escola António Arroio, dos módulos de Escultura cerâmica e Raku, com o tema Escrita do Sudoeste, orientados por Elsa Gonçalves e Alberto Lino

...
...


11.7.09

Michel Houssin
"Humains trop Humains"



clic aqui

...
...

30.6.09


Pintura no muro de Berlim, da “East Side Gallery”, 1990, Berlim


25 de Junho a 5 de Julho, Restauro do Muro de Berlim 20 anos depois

Ao comemorarem-se os 20 anos da queda do muro de Berlim um grupo de artistas da East Side Gallery e a Cidade de Berlim , numa iniciativa conjunta decidiram restaurar todas as pinturas realizadas entre 1990 e 1991 sobre um dos poucos bocados que dele restam e que constituem a East Side Gallery.
Vinte anos depois, a artista plástica Ana Leonor, a convite da cidade, irá restaurar a pintura que realizou em 1990 e entretanto completamente destruída.
Ana Leonor viveu em Berlim entre 1989 e 1992.
Neste momento vive e trabalha em Lisboa onde tem presentemente uma exposição de pintura na VPF Rock Gallery até 30 de Jullho.



The East Side Gallery..."It will still be there in 50 years, and even in 100 years" – The Wall. That, at any rate, was the prognosis delivered by Communist Party chief Erich Honnecker at the 40th anniversary of the founding of the East German republic in October 1989. A few months later, the city was filled with the sounds of continuous hammering and chiseling, as East Germany's people – together with hordes of enthusiastic tourists – broke the country's border up into souvenirs.

The fumbling announcement of a government spokesman regarding the easing of exit restrictions was thus turned into a happy transformation of the lives of many people in East and West. Today, the Wall has been almost completely dismantled and pulverized or marketed in hand-sized bits as souvenirs. A few sections, including the East Side Gallery, have been preserved as memorials. The Gallery, painted by numerous artists, is the largest open-air gallery in the world.
...
...

18.6.09

...





















Escultura de Pedro Fazenda,

2009, mármore, altura: 1,2 metros,

executada durante o Simpósio de Escultura em Pedra,

no Parque da Lavandeira em Vila Nova de Gaia, Portugal.

...

15.6.09

Tertúlias virtuais
"Que lugar te faz sentir em casa"





clik "o melhor lugar do mundo"

...

5.6.09

A4 - 2009

...

29.5.09

...
Ana Leonor

Bacteria Caerulea: a ficção da pintura quando a cor do feminino é azul


Amar uma imagem é sempre ilustrar um amor: amar uma imagem é encontrar sem o saber uma metáfora nova para um amor antigo.

Gaston Bachelard, A Água e os Sonhos: ensaio sobre a imaginação da matéria.


Em The War of the Worlds (1898), H. G. Wells descreve a invasão da Terra por máquinas de guerra que, depois de os homens se revelarem incapazes de as combater, acabam por ser destruídas por uma bactéria existente na atmosfera, à qual não são imunes. Quarenta anos mais tarde, e recorrendo ao mesmo argumento, Orson Wells utiliza uma estação de rádio para produzir uma realidade que provocou o pânico nos Estados Unidos. Invasão, contaminação, domínio, colonização são as variantes do único tema que a ficção científica soube inventar, sempre alimentada por um imaginário que faz depender a existência de outros mundos da inevitabilidade de seres em oposição, ou seja, de seres-objecto (ob-jectum), num longo desfile de mutantes, de alienígenas, de ciborgues, de máquinas, de vírus, de bactérias assassinas ou redentoras, tão ambivalentes como as gotas de sangue que se desprenderam da cabeça da Medusa, todos eles desejavelmente submissos, precários, sexualmente inexistentes, vencidos ou a vencer e cuja revolta, a existir, se conclui na auto-destruição.
Esta ficção, que fixa nos códigos da realidade a garantia da sua credibilidade, assenta na assunção de um duplo precário, um reflexo no espelho que se autonomiza do ser que o produz, como outrora os objectos se revoltaram contra os donos, tal como hoje, libertos da referência humana, se miniaturizam, reduzidos a presenças microscópicas que, no interior do corpo, chips, vírus ou bactérias, optimizam a sua performatividade e as dimensões da consciência que ajudam a expandir. Mesmo que, Lilliput de novo no mundo às avessas de Alice, o humano seja o intruso ou o duplo que, como Angelina Jolie, replica a exemplaridade virtual dos gestos de Lara Croft.
É este o argumento que, desde 1996, Ana Leonor está disposta a subverter no projecto BBB (Burned by Blue) a partir da revisão das relações entre dois seres: uma mulher e uma cozinha que encontram o seu alter-ego num corpo simbiótico. Ou, dito de outro modo, uma mulher que desde Platão é um lugar (habitáculo) e um lugar que desde sempre lhe foi destinado (a cozinha), que se instaura como seu duplo, remetendo, em circuito fechado, para a primeira função maternal, tão bem ilustrada nas gravuras que, nos séculos XVI e XVII, representam o mundo sob a forma de uma mulher que amamenta. Mulher ou cozinha, ambas acolhem e protegem, ambas são criaturas e não criadoras como atestam, quer a figura de Cinderela (ou dever-se-ia dizer Gata Borralheira?) que num canto da chaminé aguarda o seu príncipe encantado, quer toda a História da Arte, expressa no mito de Pigmalião, a definir as normas que, daí em diante, informarão a relação do pintor com a modelo. Porque a simbiose não salva a mulher da sua condição de modelo. Apenas transfere para um corpo outro esse princípio predador de uma admiração masculina que faz do corpo do outro o objecto modelo, ou seja, o objecto do desejo de um olhar que segrega. E é dessa curiosidade que é preciso salvar as cozinhas ou as mulheres que ficam azuis, numa segunda subversão que rejeita o rosa das aparências e elege o azul como cor emblemática da aparição de um feminino contaminado pelas bactérias produzidas por cozinhas (ou mulheres) abandonadas e pintadas de um determinado azul, uma vez que apenas esse azul permite a comunicabilidade imprescindível ao aparecimento do corpo simbiótico.
Embora designada caerulea, talvez por nascer do azul, a bactéria responsável pelo desencadear da simbiose é cinzenta («entre o cinzento quente e o azulado»), reservando nessa neutralidade a possibilidade de ser outra coisa, reduzida que está a um esqueleto que adia a decisão sobre a anatomia do corpo de que se constituirá a estrutura, tal como mantém em aberto duas possibilidades distintas de se reproduzir. O processo simbiótico começa por se manifestar como uma doença: com dúvidas e desorientações, com sintomas de refracção e perdas momentâneas dos sentidos, com cegueiras temporárias e com desdobramentos em que o ser se observa a ser coisa observada. Mas tudo termina quando este novo corpo decide que nenhuma das suas partes prevalecerá sobre a outra, o que implicaria o desaparecimento das duas.

Instalações, performances, vídeos, fotografias, desenhos, diagramas, conferências, têm sido os meios utilizados por Ana Leonor para divulgar o processo e os resultados do seu projecto. Pela primeira vez, cabe ao espelho demonstrar e à pintura evocar o que os meios até agora utilizados mostraram, no compromisso possível entre os enunciados de Jean Duvignaud e Susan Sontag.
O espelho é indissociável da História da Pintura: juiz da obra acabada, como queria Alberti, ou símbolo da visão exacta, como defendia Leonardo, o espelho é, com Narciso debruçado sobre o azul abissal do lago, a figura do mito inaugural da pintura. Mas é também Eco, a ninfa apaixonada que, depois de morta, foi condenada a repetir as últimas sílabas de todas as palavras, o que implicou para ela a impossibilidade de aceder à distância instaurada pela palavra. E é a bandeja que emoldurou, como uma imagem, a cabeça de S. João Baptista ou, no seu simétrico, o gelo do lago a emoldurar ainda a cabeça de Salomé prestes a desaparecer no abismo das águas. E está presente nas várias sugestões de contentores metálicos em que a Bacteria Caerulea é incapaz de se reproduzir. Porque no reflexo do espelho reside a sua própria incapacidade de fixar uma imagem e de definir um limite a partir do qual já nada pode continuar a viver. Por isso, o reflexo é uma imagem da morte, espelho ou pintura, a remeter para o duplo de Dorian Gray que enquanto retrato (enquanto imagem) revela a inevitabilidade da dissolução do corpo que lhe serviu de modelo e que, apenas depois da morte do modelo, pode voltar à sua condição de retrato.
Falemos então de pintura. «A união do desenho e da cor é necessária para produzir pintura tal como a união do homem e da mulher para gerar a humanidade; mas é necessário que o desenho conserve preponderância sobre a cor. Se assim não acontecer, a pintura encaminhar-se-á para a sua ruína; perder-se-á como a humanidade foi perdida por Eva». É assim que, em 1867, na sua Grammaire des Arts du dessin, Charles Blanc reflecte sobre a presença da cor na pintura. E se essa presença se reveste das características contraditórias atribuídas à mulher – tanto é qualquer coisa de acessório como a responsável pela perda da humanidade – nestas pinturas de Ana Leonor, a mulher é decididamente a própria pintura. Pela existência de uma pele que, como uma maquilhagem, ganha uma coloração azul, para a qual a única profilaxia aconselhada é a cor laranja que, de vez em quando, faz uma tímida aparição; pela decisão de transformar em retratos, as várias naturezas mortas (still life?) que prescindiram da morte dos seus modelos; e, fundamentalmente, porque tudo se resume à possibilidade de, mais importante do que ser vista, esta pintura dar a ver, ser teatro na mais radical etimologia do conceito, um teatro onde afinal a última etapa coincide com a serena passagem do azul ao preto, naquilo que constituirá a última subversão deste projecto: ser mulher e preta e poder dizer sem que ninguém ponha em causa a importância dessa revelação que «Há dias em que [a cozinha] parece uma menina pequena a fazer maluquices». Claro que o mesmo se pode dizer da pintura.


Maria João Gamito

...
...

23.5.09

Margarida Saraiva
Desenhos 50 x 65 cm
...


...
...


...
...


...
...

15.5.09

Sexta-Feira 22 de Maio

Ana Leonor



Desenho: Entre Arte e Ciência
Lucy Lyons / Marta de Menezes

8 – 23 Maio 2009

Programa

Residencia Aberta + Exposição: 8 - 23 de Maio, quarta a sábado, das 19 às 23h

Apresentação do Projecto + Lição de Desenho + Inauguração, 22 de de Maio, 19h

19h – Introdução, Teresa Carneiro e Luís Filipe Gomes

19.15h – Apresentação do Projecto Desenho: Entre Arte e Ciência, Lucy Lyons / Marta de Menezes

19.45h – Lição de Desenho: O Desenhador Desenha-se, Ana Leonor Madeira Rodrigues

20.15h – Questões

21h – Inauguração do Projecto: Desenho: Entre Arte e Ciência, Espaços do Desenho


http://www.drawingspaces.weebly.com/


Lição de Desenho: O Desenhador Desenha-se
Ana Leonor Madeira Rodrigues

“...ao fazer um desenho, a minha identidade contida na maneira dos meus gestos, está impressa em cada traço e em cada mancha. Ao usar o verbo de forma reflexa, desenhar-se, pretendo impor directamente esta ideia de identidade contida no acto de desenhar.
Digo de mim, em desenhos, porque posso querer fazê-lo – acto consciente – mas desenho-me sempre, tanto quanto essa acção tem como resultado final um objecto que é o seu vestígio – acto com características mais vegetativas do que subconscientes. Esta diferença que me distingue de todos os outros refere ao carácter único e irrepetível que é cada entidade viva, e deste modo cada pessoa, tanto quanto são únicas as minhas características, mesmo a um nível microscópico, e única a minha identidade genética. Assim será toda a acção que a criatura, por hipótese eu, vier a fazer.
O objecto desenho, não existe anterior a nós, ele é um resultado quer da nossa relação espacial e fenomenal com o mundo, quer um resultado directo da nossa vontade e capacidade de acção, neste caso do desenhar.(...)
(...) A identificação das características próprias do traçar de cada autor, da linha ou grafismos simples que cada um fará, e que pode ser definida por adjectivos diferentes com maior ou menor cor, só demonstra que cada pessoa risca de um modo que a define, e que é apenas seu, e esta constatação é tão verdadeira quanto e a de que, cada pessoa tem uma letra e uma assinatura que a identifica tal impressão digital.
A quase organicidade do desenhar, neste sentido de vestígio de nós mesmos, é um dos aspectos fundamentais para entender a sua importância como método de investigação e registo do mundo que nos envolve, bem como de nós próprios, tanto quanto permite estabelecer uma relação directa entre a coisa a perceber, a percepção e o registo de como foi percebido. Um registo que não só faz sentido para nós próprios, como é também imediatamente compreensível por quem olhar o desenho.”
...
...
Quinta Feira 21 de Maio - 22h


...
...
...
Ana Leonor
Quando uma cozinha sonha II
Pintura




...

Quarta-Feira 20 de Maio às 21h30

Concerto "EPHEDRA"
No Auditório Municipal Eunice Muñoz, (ex-cine Oeiras),

no centro da vila.
Entrada Gratuita.
www.myspace.com/ephedralx ou http://www.ephedraband.com/



...
...
Tertúlias virtuais

Dans mon île




139 - 1993 - óleo / tela - 50 x 50 cm





Sara Lazarus/ Birelli



Dans mon île
Ah comme on est bien
Dans mon île
On n'fait jamais rien
On se dore au soleil
Qui nous caresse
Et l'on paresse
Sans songer à demain
Dans mon île
Ah comme il fait doux
Bien tranquille
Près de mon doudou
Sous les grands cocotiers qui se balancent
En silence, nous rêvons de nous.

Dans mon île
Un parfum d'amour
Se faufile
Dès la fin du jour
Il accourt me tendant ses bras dociles
Doux et fragile
Dans ses plus beaux atours
Ses yeux brillent
Et ses cheveux bruns
S'éparpillent
Sur le sable fin
Et nous jouons au jeu d'Adam et Eve
Jeu facile
Qu'ils nous ont appris
Car mon île c'est le Paradis

10.5.09


Alejandro Escalante
Painel - 0,80 x 3 m - 1986/87
Matadouro
Departamento de Escultura em Pedra
Évora














ver mais aqui
...
...

3.5.09

O meu corpo

Quando acordo
encho-me logo
com o fresco da manhã.

Brinco todo o dia
com o meu corpo.

Salto,
corro e bebo água em grandes goles
sentindo-a rodopiar dentro da barriga.

Trago sempre o meu corpo comigo
e a sua sombra, também.

Mas é à noite,
quando toda a casa está em silêncio
e o meu gato
dorme enroscado aos meus pés,
que me lembro Dele.
Sim!
Do meu corpo!

Deitado na cama
sinto o coração bater de mansinho:
escuto-o com a minha mão.

O meu peito
sobe e desce
a cada respirar:
até parece uma borboleta batendo asas.

Então,todas as pequeninas coisas
que compõem o meu corpo,
aconchegam-se
antes de adormecer.


Nota: Poema/desafio de Miguel Horta, criado para as oficinas complementares à
exposição de Rebecca Horn, “Bodylandscapes” (Centro de Pedagogia e Animação –
Centro Cultural de Belém) 2006

arquivos da Voz em fuga

27.4.09

..................







2003
Fato feito pela Guida
para a Olivia representar o gato
em Pedro e o lobo.

Espuma e látex






20.4.09

Espanta espírito



Os "Linces de Santa Rita" são originários do Algarve.
São bichos esquivos.
Quase miméticos.
Confundem-se com a natureza e são difíceis de apanhar.
Alimentam-se de sonhos e bebem luz.
Em cativeiro, gostam de estar em locais elevados para tudo observarem.
À noite protegem.
De dia fazem companhia.
Nunca dormem.

Bjs,

Jorge

Da minha colecção


15.4.09

Tertúlias virtuais
"PRAZER"







Alfabeto de línguagem gestual

...

...
A dextra para o Al Kantara
que me desafiou no comentário da canhota.

13.4.09

Lua à janela

Maria Morbey ~ Voz
Zé Soares ~ Guitarra
Xico Zé Henriques ~ Contrabaixo



GALA JAZZ CONTRA RACISMO

10.4.09

Esta semana foi de regalos,
o Señor R ofereceu-me o prémio "paixão pela pintura".
Deixo aqui a minha mão para lhe agradecer, pois foi ele que me incentivo a desenha-la.




...
...

9.4.09

VÍTIMA da quinta



Desvendando a VÍTIMA
...
...

7.4.09

Três de tintas e pincéis chez Maria


...
Que surpresa divertida maria_arvore
Beijos cintilantes para ti.
...
...
Sessões de modelo - 1995 bloc A3

















31.3.09

Escrito na pedra

papoilas vermelhas florescem
florescem papoilas vermelhas
vermelhas florescem papoilas
papoilas florescem
vermelhas
vermelhas papoilas florescem
florescem vermelhas papoilas
















Georgia O' Keeffe Poppy
...
...
vermelhos beijos para ti.

Pedro F.

...
...

28.3.09

273 - 2008 - óleo / tela - 65 x 100 cm



...
...

22.3.09

Michel Houssin

se consacre uniquement au dessin depuis 22 ans.

Considérant la couleur comme un camouflage du réel, ses séries de paysages et de visages, trouvent leur fusion dans ses très grands dessins de
Foules une sorte de conservatoire paysager de l'humain. suite

For the last 22 years, Michel Houssin has dedicated himself exclusively to drawing. Considering color as a camouflage for reality, his series oflandscapes and faces converge in his large-scale drawings of crowds to create something like a landscape conservatory of the human.






visite au Site
Merci Michel
...
...

19.3.09

Diz a Hipatia que sou mulher bem resolvida!!!



E tal como ela:
Entendo que a foda nunca é só num sentido.
Amigas, o selo -> é para levarem.
...
...



15.3.09

Tertúlias virtuais
"DESEJO"



Germinaram as papoilas que semeei para ti.

O meu maior desejo é que vermelhas floresçam.
...
...

11.3.09



........

O grupo Ephedra destacou-se no princípio da década de 70, tocando um "rock-progressivo" que, então, era uma novidade em Portugal. As suas principais influências eram as bandas inglesas Soft Machine e King Crimson e o americano Frank Zappa. O grupo Ephedra esteve na linha da frente da inovação durante cerca de sete anos, com performances ao vivo de grande projecção mediática e tendo influenciado vários grupos portugueses. No entanto, o grupo nunca viria a gravar qualquer disco. Quase 40 anos depois, a banda volta a reunir-se para o lançamento do disco "Ephedra". Um conjunto de 10 músicas exclusivamente instrumentais baseados nas músicas originais dos anos 70, completamente reorquestradas por Xico Zé Henriques.

pode já ser consultado o Myspace com quatro músicas completas do "Ephedra" . Há medida que fôr sendo actualizado o Jorge vai dando notícias.
...
...

9.3.09

Ana Leonor - Actos Compulsivos da Comunicação entre Bactérias e Humanos






































...
...

3.3.09

sessões de modelo no atelier ponta seca

...

bloc A3 - 2007




.....

...

.........


...
...

23.2.09

Actos
compulsivos
da comunicação entre Bactérias e Humanos
...

...
...
Exposição patente ao público na sala de exposições
da Biblioteca UNL no Campus de Caparica,
26 de Fevereiro 27 de Março,
2ª a 6ª 09h00 às 20h00
...
...
Acesso: Metro Transportes do Sul – Estação Universidade
Ligação comboio da Ponte - Estação Pragal
Mais informações: http://biblioteca.fct.unl.pt/
...
...

21.2.09


Mais um desafio,
da Fabulosa e da Jaquelina Pandemónio e é para adivinharem das 9 quais as 3 mentiras?

Pinto:
1 - Os fundos com as duas mãos.
2 - Com a tela na horizontal.
3 - Com óleo diluído em água.
4 - Com iluminação astral.
5 - Com queijo.
6 - Lavo os pincéis com aguarrás.
7 - Malaxo e aglutino os pigmentos com óleo de linho cru.
8 - Preparo as telas em dias cinzentos.
9 - Para fazer gesso amorfo mato o gesso durante um mês.


Passo o desafio para

Al kantara
... Então mas eu sou algum totó que não saiba encordoar guitarras ???

19.2.09

O Al Kantara fadista quer saber 6 particularidades minhas:

COR

Sou uma informação no teu cérebro,

uma ideia. Uma ilusão

dependente da luz, nas trevas desapareço.

Sou medida em ondas e multiplicável até perder o nome.

Sou universal mas mudo de simbologia.

Sou em aparência, na realidade não existo.



Esfera cromática Philipp Otto Runge


Desafio
Carlos ... ... ... ... a pé-coxinho

Ju Gioli
Maria_Arvore
... ... ... ... Maria de escacha-pessegueiro
Sara V ... ... ... ... Sou... Gosto de...
Señor R
... ... ... ... 6 particularidades

a revelarem-me as vossa.
...

15.2.09





....................Tertúlias virtuais
..........................
"TEMPO"

........................................
em execução


...........




...........




...........





..IT

..Mãos que se soltam vibráteis,
..deslizam sonhos de névoa etérea nos montes brancos dos teus seios,
..e eu olho-te no entremeio a guardar acocorado este lugar.
..Urgem-me fogos-fátuos dispersos,
..centelhas cavalgadas na aragem da noite,
..a aguardar que a cobiça fique morna,
..a latejar.
..sempre a latejar.
..E ao ver-te assim espuma,
..eu que vim da terra à água hei-de voltar.


..Texto da JP do Faz de conta


...

10.2.09

*167 - 1994 - óleo / tela - 73 x 100 cm


...

3.2.09

A Roserouge pediu me para

agarrar o livro mais próximo
abrir na página 161
procurar a quinta frase completa
colocar a frase no blog
passar para cinco pessoas, à escolha

Marc Havel la technique du tableau p 161

Goethe était plus prés de notre sujet quand il établissait les correspondances suivantes :
Jaune … … … … ... chaleur, noblesse
Rouge orangé … ... chaleur, Activité
Jaune rougeâtre … fatigue, éblouissement
Bleu foncé … … ... calme, repos froid
Violet … … … … ... joie, plaisir
Rouge … … … … ... gravité, dignité, puissance
Vert … … … … ... attrait


...



Gostaria de saber o que anda a ler:

Fabulosa ... ... ... ... Pérolas
José Boldt
José Louro
Mluzflores
Sara V ... ... ... ... ... Arte e Artistas em Portugal

Senõr R
...
...

29.1.09

*184 - 1995 - óleo / tela - 50 x 65 cm






Exposição no Instituto Franco-Português 1999



Fotografia do convite de Roberto Barbosa
...
...

22.1.09

Desenhos eróticos do Gaivina



..............




.......
...


......................

...Encontrados nos arquivos da Voz em fuga

...

15.1.09

Tertúlias virtuais
"FOGO"

Fogo Fátuo / feu follet
*181 - 1995 - óleo / tela - 46 x 55 cm


Artistas com Timor 1999

...

10.1.09

206 - 1996 - óleo / tela - 81 x 100 cm



...
...

3.1.09

Juliane Fressynet

nº14 - 12ºD
Escola secundaria artística António Arroio
Produção artística - Cerâmica
2007/2008

Tempo e Vazio

........... ...................

..........



..........









..........

Objecto: peça escultórica
Tema: património, olaria tradicional e instalação
O trabalho que escolhi para apresentar na prova de aptidão artística foi a peça escultórica que executei durante o Segundo período, juntando num único projecto a ideia de património, olaria tradicional e instalação. Após várias pesquisas sobre a olaria tradicional portuguesa e dos seus costumes envolvidos procurei uma maneira de representar a ligação entre o passado e presente ou seja o tempo. Este não tem nem principio nem fim como o círculo, encontrando esta forma em todas as peças de revolução de olaria se estas forem cortadas diversas vezes na horizontal. Realizei três potes, dois deles foram feitos com lastras de grés circulares, cada uma separada por uma anilha mais pequena para que ficassem afastadas umas das outras, e para conseguir sustentar a peça passei um arame na estrutura central como se tivesse uma coluna vertebral. Ao tirar a utilidade inicial do pote, perdeu a capacidade de contentor, surgindo a representação do vazio no preenchimento das circunferências. Devido as características deste tema, “Tempo e Vazio” para a instalação das peças não defini nenhum lugar em concreto onde pudessem ser colocadas. Não esquecendo a terceira peça que realizei, esta sendo o tempo e o vazio na sua forma “aparente” Escolhi este trabalho para fazer a minha apresentação na P.A.A pois foi com este que tive mais problemas em passar da bidimensão para a tridimensão acabando por me empenhar e envolver muito mais com o projecto.
...
...

28.12.08


São para ti estas flores, para te saudar um sereno 2009, Beijinho
Ces fleurs sont pour toi, pour te souhaiter un serein 2009, bisou
...
...

20.12.08

...
Aflorar os fractais / Afleurer les fractaux



Mar



Ouvir o mar / Écouter la mer



Olhar o mar / Regarder la mer


Bloc A5 2007


Caderno A6



Pensar o mar / Penser la mer
Agenda 2006



...
...

15.12.08

Tertúlias virtuais
"Brasil"

















Fotografias da Guida na quinta da Itinga que significa águas claras e límpidas, Santa Catarina
...
...

10.12.08

Exposição dos bichos na galeria 21 - Évora 2001

..................











Projecto



4.12.08

*49 - 2001 - papel reciclado / técnica mista - 21 x 33 cm




29.11.08

EPHEDRA aqui e aqui







Joaõ Pinheiro / Jorge Pinheiro / Manecas / Paulo Viana / Xico Zé / Zé Machado /
...
...

27.11.08

*48 - 2001 - papel reciclado / técnica mista - 21 x 33 cm


...

21.11.08



Prémios dardos para todos os meus links, porque todos me dão pica e não consigo seleccionar os 15 que manda a regra, é só clikarem e levarem.
com muitos beijitos.

Quem recebe o Prémio Dardos e o aceita deve:
1. Exibir a distinta imagem;
2. Linkar o blogue pelo qual recebeu o prémio;
3. Escolher 15 outros blogues a quem entregar o Prémio Dardos.

E um grande sorriso para o José que me disse:

Concedi-lhe um
Prémio lá no Escrever com luz. Vale o que vale, mas foi para assinalar que se pode acrecentar valor á WEB, não só atravéz da escrita ou da fotografia, mas tambem atravéz da pintura e a minha amiga consegue fazer isso.
com amizade
José Boldt


...
...

14.11.08

Tertúlias virtuais
"O meu ídolo"



Pedro Fazenda
Escultura manuseável
Mármore – 22 cm
Da minha colecção

...

8.11.08

Ana Leonor Madeira Rodrigues
Queimado Por Azul - o livro

...


ler aqui
...
...

29.10.08

269 - 2007 - óleo / tela - 62 x 71 cm


...

22.10.08



Já está pronto o “Dacoli e dacolá”. Sete histórias ilustradas escritas aqui e ali; três em Canas de Senhorim e as outras por esse país fora. Algumas já conhecem de me ouvir contar, outras serão novidade...espero que gostem. http://www.pedepagina.pt/DacoliDacola.htm
...
...
Os dois fantasmas

Moravam os dois fantasmas, “dos livros que ainda não foram
lidos”, lá num casarão perdido no meio da Vila. Uma mansão
mais parecida com as “casas dos Brasileiros”, bem típicas lá
de Aveiro.
A casa era ampla e tinham muito espaço para deambular.
Ainda por cima estava vazia pois ninguém a queria habitar.
Voltejavam com os seus lençóis brancos, percorrendo a casa
toda numa inquietude de quem procura alguma coisa. E o seu
lugar favorito, dentro da grande casa, era a biblioteca
escondida lá nos fundos.
Bem tentou o proprietário alugar aquela casa, mas quem por
lá passava pouco tempo ficava.
Era um desassossego durante a noite...
Som de coisas partindo-se, correntes de ar percorrendo a
casa, vindas de lugar nenhum e livros tombando no chão da
biblioteca. Sem nenhuma explicação...
- Ninguém pregava o olho!
Até que um dia, surgiu na vila um casal disposto a alugar
aquela casa amaldiçoada. Eram gente de longe com um filho
de olhos muito grandes, cheios de vontade de conhecer
as coisas do mundo.
O caseiro, encarregado da transacção, ainda perguntou ao
casal depois da decisão:
- Mas não têm medo da casa e da sua assombração?
Logo ali contou a história daquela triste mansão.
Tinha sido a casa de dois irmãos gémeos e professores, por
sinal. Tinham vivido ali durante muito tempo e, dizem, nunca
conseguiram ler a biblioteca toda até ao final. Morreram os
dois no mesmo dia, vai-se lá saber porquê. Sem terem lido
todos os livros da sua biblioteca.
O menino ficou logo curioso com a biblioteca, enquanto os
pais assinavam o contrato de arrendamento.
Passado algum tempo já estavam instalados naquele velho
sobrado de águas largas e árvores frondosas.
Acostumados aos ruídos da grande cidade não deram por
nada, dormindo a sono solto. Mas quando a casa fez sentir
seu silêncio, começaram a reparar nos sons nocturnos que
vinham da vasta biblioteca.
Era um restolhar de papéis, livros caindo no soalho, janelas e
portas fechando e abrindo lá no coração da noite.
Começaram logo a pensar nas palavras do velho caseiro...
Mas o menino tinha olhos grandes. É sabido que olhos
grandes servem para ver o mundo até na mais completa
escuridão.
Assim, uma noite em que os pais se revolviam nos lençóis
sem conseguir dormir, o menino dirigiu-se à fonte de todos os
ruídos: a Biblioteca.
Entrou, sentiu a corrente de ar e viu um livro aberto no chão.
Tinha talvez tombado de uma das grandes estantes... Pegou
nele e leu precisamente a página que estava aberta:
“Assim que entrou em casa, Gepeto agarrou logo nas
ferramentas e pôs-se a esculpir e a construir o seu boneco.
Que nome lhe hei-de dar? – Disse de si para si. – Quero que
se chame Pinóquio”-
Mas eu conheço esta história... Pensou o menino.
E continuou a ler, desta vez em voz alta, recostando-se num
cadeirão.
As correntes de ar cessaram e até teve a sensação de que
alguém lia o livro ao mesmo tempo do que ele, espreitando
por cima do seu ombro. Quando terminou a história foi-se
deitar numa casa agora mergulhada em sossego. O pai já
ressonava com a mãe agarrada ao seu corpo.
Neste ponto, terei que dar uma explicação aceitável sobre os
nossos fantasmas dos “livros que ainda não foram lidos” ou,
se quiserem, dos “livros que ainda estão por ler”.
Como é sabido, os fantasmas não têm dedos. Como hão-de
consultar uma biblioteca? Ora bem... Só provocando correntes
de ar ou outras coisas menos materiais para fazer tombar os
livros das estantes... Caído o livro no chão, basta só uma
pequena aragem para mudar de página...nem sempre é fácil.
O problema reside em tirar os livros que ainda não foram lidos
das prateleiras. É necessária uma boa dose de esforço e de sorte.
- Este menino veio mesmo a calhar. - pensou logo um dos
irmãos fantasmas, sentindo a concordância do outro que
agitou o seu lençol afirmativamente.
No dia seguinte, ou melhor, na noite seguinte, o menino
dirigiu-se à biblioteca assim que escutou o som da escova de
dentes percorrendo energicamente a boca do pai.
Já lá estava alguma agitação... A janela abriu-se de repente e
o acervo da estante superior agitou-se destacando uma
lombada.
- Grimm? Interrogou-se o menino.
- Pois bem, estão seja...
Sentou-se confortavelmente no cadeirão da biblioteca e
começou a ler, sentindo de novo aquele arrepiozinho
agradável de quem não está só. Mas os “contos de Grimm” são
extensos e o menino começou a ficar com sono. Então poisou
o livro, aberto, sobre a grande mesa da biblioteca e foi-se
deitar. A casa estava calma e cheirava a sono.
Na manhã seguinte, foi dar uma espreitadela à biblioteca. O
livro que havia deixado aberto, estava agora fechado com a
contracapa para cima.
- Ahhh...Então leram.- pensou, cheio de vontade que
chegasse a noite. Mas o pai já estava lá fora às apitadelas,
convocando-o para um dia de escola.
Chegada a noite, sentindo que os pais já se recolhiam no
quarto, entrou na biblioteca assombrada: e lá estava um livro
tombado no chão!
Pegou no livro e leu... Matilde Rosa Araújo.
Chegou rapidamente à conclusão que aqueles dois fantasmas
se tinham esquecido de ler os livros das suas infâncias.
assim se justificava aquele tipo de escolha. Não leram nada
quando eram meninos... Pensou.
De qualquer forma estava a divertir-se bastante com aquelas
leituras nocturnas.
Leu um pedacinho do livro e deixou-o ficar aberto em cima da mesa.
Claro está, durante a noite, os fantasmas leram o livro todo.
A partir daquele momento, o grande casarão passou a ser
uma casa serena.
Um dia, o Pai, vendo o filho descer as escadas perguntou:
- Onde vais a esta hora?
- Vou dar de ler aos fantasmas. - respondeu a criança.
Agora tenho uma pergunta para vocês, leitores.
E quando se acabarem os livros da grande biblioteca? Será
que podem levar convosco estes dois fantasmas, que ainda
não leram tudo, para vossa casa?
À velocidade a que os livros tombam no chão da biblioteca,
daqui a pouco acaba-se a literatura para a infância.
...
.........................................................................Miguel Horta
...
...

15.10.08

Tertúlias virtuais
"Voar"

La colère de Juliane/A ira da Juliane
52 - 1991 - óleo / tela - 60 x 92 cm



...

8.10.08


Catherine Henke

L'astre

Omphalos

Funambule,
...........................................mes pieds balancent sur l'abîme




Aqui, a escrita mistura-se com a pintura. A escrita é “matéria-prima”, tela tecida, aparecendo em transparência pedaços de correspondência. A escrita é suporte da imagem, surgem pequenas janelas contando outras histórias.
O tempo martela o seu ritmo na espessura da matéria deixando as suas marcas.


100cm/111cm, técnica mista sobre tela preparada com papel.


Pinturas que vão participar na exposição colectiva 'Artistas Plasticos de la Raya II' em Mérida. Outubro 2008.








Catherine Henke

1949 Nasce em Genève, Suisse
1972 Conclui os estudos na escola Superior de Belas Artes de Genève
1976 Vem viver e trabalhar em Montemor-o-Novo, entre 1978 e 1982 faz várias viagens em Africa.
Trabalhou também em cerâmica, cenografia, realização de cartazes, formação para crianças e
oficina experimental.


Exposições Colectivas (selecção)

2008 Mix it up ......... R. Schaller’studio, Chelsea, N-Y
2007 A ray of hope ..... R. Schaller’studio, Chelsea, N-Y.
2007 Exteriores ........ Grupo Pro-Évora, Évora
Feira Fehispor 2007 IFEBA. Badajoz ..... Grupo de la Raya, Badajoz
Artistas Plásticos de la Raya .... Lugar diputación de Badajoz, Badajoz
2003 Exposição Arte e Artistas Suíços em Portugal .... Múseo de Água da EPAL, Lisboa.
2001 “Uma realidade separada” com W. Janssen ..... Biblioteca Calouste Gulbenkian, Ponte Sôr.
1999 Exposição no Convento da Saudação ..... Montemor-o-Novo.
1995 “Petits formats en couleur” ..... Galerie A. Mottier. Genève.
3º Festival sete sois sete luas ..... Pontedera, Itália.
Bienal de S. Tomé e Príncipe ..... S. Tomé.
1993 “O papel” ..... Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa.
1988 “5 mulheres do Alentejo” ..... Centro Cultural de S. Lorenço, Almancil.


Exposições Individuais (selecção)

2007 “Espíritos da Água” ... Galeria Municipal de Montemor-o-Novo.
2005 “Rostos-Aqui/Agora” ... Galeria 9 Ocre, Montemor-o-Novo.
2004 “Herbário” ... Galeria de arte de Vale do Lobo, colaboração com
O Centro Cultural de S. Lourenço.
“A Queda” ... Exposição e conferências, Galeria 21, Évora.
2003 “Blow up” ... Palácio da Galeria, Tavira.
2002 “Sombras” ... Galeria 21, Évora.
1999 “Espíritos” ... Sala polivalente do Convento da Graça, Torres Vedras.
“Topos” ... Galeria Municipal, Montemor-o-Novo.
1994 “Animagico” ... Galeria Évora-Arte, Évora.
1991 “Transparence des Mondes” ... Galeria de Colares, Colares.
1990 “Peinture” ... Galerie Contemporaine, Genève.
1989 « Mulheres Sibilinas » ... Galeria de Colares, Colares.
1988 “Pistas” ... Galeria Novo Século, Lisboa.
1983 “Guerreiros” ... Galeria Arta, Lisboa.
1981 “El-lE m’aime?” ... Instalação, Galeria Diferença, Lisboa.


Representada nas seguintes colecções:

Fonds Municipal de Décoration de Genève.
Fonds de Décoration et d’Art Visuel de l’État de Genève.
Câmara Municipal de Montemor-o-Novo. E em colecções particulares.


Publicações:

1950-1990 Une ville collectionne.
1984 Paisagem com muitas figuras, João Miguel Fernandes Jorge, Quetzal Editores.
1981 -2001 O livro dos artistas, Centro Cultural de S. Lourenço.




...
...

30.9.08

Pedro Fazenda













2000, MÁRMORES CREME E CINZENTO, ALTURA: 2,7MT.

ESCULTURA DE HOMENAGEM AO FOGUETEIRO, CONCEBIDA PARA O LOCAL, INCLUINDO O DESENHO DO PAVIMENTO, AÍ EXECUTADA PARCIALMENTE PELO AUTOR. COLECÇÃO DO MUNICÍPIO DE VILA NOVA DA BARQUINHA. FREGUESIA DA MOITA.
...
...

24.9.08

Avistado da exposição. (os quadros não estão a escala)
...


...
...

17.9.08

.
.
Catálogo




...
...
...

A minha casa é o local onde acontece toda a Pintura. Umas escadas íngremes
conduzem-me ao ateliê, um prolongamento umbilical da minha vida, trazendo
junto os meus filhos transformados em expressão dos meus dias pelo mundo.
Aqui nesta casa junto do céu sou Mulher e Pintora. Duas opções: Artista e mãe
Aquilo que pinto é o reflexo da minha vida e do mundo visto daqui, como se fora

olhar de pássaro. E todos sabemos que as mulheres voam; as que o não fazem
nadam através de oceanos matizados de azul cobalto.
Nado nas cores, elas dão-me conforto e segurança e impedem-me o rugido

de Mulher. Bem sei que ainda se sente o rasto feito turbulência de águas de
homens que nadaram por estas correntes deixando tons na minha memória
feita quadro.
Deixo-vos aqui o que melhor sei fazer: Amar através das cores num universo

sempre circular onde os amigos me batem à porta. E a minha porta é o começo
do Planeta.

....................................................................................................Miguel Horta










...
...

15.9.08



Tertúlias virtuais

"SOLIDARIEDADE"

Não gostei do tema.
A palavra soa-me desafinada, surgindo-me outras como obrigação, caridade, moralidade.
“Faz de conta” o Máximo apodera-se da casa do Simplício, este forçado a sair do seu lar indo parar debaixo da ponte, estando ao frio e ao vento, perdido no vagar do tempo.

O Máximo ficando entristecido de ver o desgraçado Simplício dormindo na rua, por solidariedade propôs-lhe um aconchego no quarto dos fundos da sua nova casa.”

Pesquisei dicionários, incluindo no wikipédia (Francês/português) o significado desta palavra, e após várias conversas com alguns amigos, fiquei ainda mais desiludida.

..............................--------------------"----------------------

Hipatia a dit...
Vem do latim "solidu" (sólido) e lembra-me sempre um paralelepípedo, um calhau como outro qualquer a invocar sempre que dá jeito e se tenta mascarar um qualquer interesse de boa-vontade.Mas também foi o nome de um Sindicato lá na Polónia que nos fez sonhar, bem antes de cair qualquer pedrinha do Muro da Vergonha, que, por lá, ainda haveria um dia em que as coisas podiam ser diferentes.
..............................--------------------"--------------------



Participação da Gená F

DA COMPETIÇÃO À COOPERAÇÃO: UMA EVOLUÇÃO INDISPENSÁVEL A NOSSA SOBREVIVÊNCIA E PAZ
1. A COMPETIÇÃO:
Em todos os domínios da nossa existência ocidental, assistimos a infinitos jogos de poder, resultados de uma competição desenfreada: cascas de banana, passar a perna, olho gordo, pular carniça, jogo de cotovelo, briga de galo são entre outras, expressões populares da competição ou de comportamentos competitivos.
Na cultura brasileira que é uma cultura de paz, a competição está se instalando trazida pela perspectiva industrial euro-centrada.
No Brasil ainda subsiste o espírito do mutirão, a solidariedade da favela e o amor do abraço. O espirito da cooperação ainda está muito presente no Brasil; mas está sendo destruído por uma educação altamente competitiva.
Vamos examinar quais os inconvenientes e vantagens da competição e cooperação.
No plano individual se sabe que a competição gera a úlcera duodenal e o enfarto do miocárdio, doenças dos executivos. É verdade também que as competições esportivas aumentam a musculatura do corpo e podem contribuir para a saúde. Mas são elas indispensáveis para isto já que se observa pessoas fazendo cooper sem nenhum espírito de competição?
No plano emocional, observou-se que os jogos competitivos incentivam o orgulho de vencer, o egoísmo de ser o único a se sobrepor, e que gera o ciúme e a inveja dos vencidos. Na escola, na vida empresarial no serviço militar e entre irmãos em famílias que cultivam comparações fraternas, isto é um fato. A única vantagem emocional é o prazer efêmero da vitória, prazer aliás insaciável, que vicia as pessoas em repetir competições até o fim da vida.
No plano mental, a competição gera idéias de dominar, de autocracia, sem contar o fato de criatividade se colocar a serviço das idéias de trapaças, de espionagem, de enganar e dissimular. É verdade que a competição escolar e universitária estimula a aprendizagem. Mas será que o preço pago compensa os sistemas educacionais competitivos? Sabe-se que o sentimento de vencer a si mesmo é também um grande estímulo sem necessitar a competição. A competição no plano da mente, provém, de uma percepção ilusória de separação sujeito objeto, "eu" e o "outro"; pelo sentimento de superioridade ela reforça ainda mais esta miragem, esta fantasia da separatividade.
Na área da sociedade, a competição cria um ambiente espiritual bastante pesado e denso.
No plano da economia, o espírito de competição virou o lema do neo-capitalismo que reza por mercados competitivos e empresas competitivas. Esta mentalidade é responsável indireta e subconsciente do hiperconsumo que gera a destruição da vida no planeta. A competição econômica, através do desemprego está criando gerações de excluídos vivendo numa miséria intolerável. A competição entre mercados nacionais é um dos fatores gerando bem conhecidos de guerras, sem falar da desonestidade da espionagem econômica.
No plano da vida sócio-política a competição entre partidos políticos e ideologias religiosas é um dos grandes fatores geradores de conflitos violentos e de guerras civis ou internacionais. Estas competições ideológicas tendem a estabelecer ditaduras e oligarquias. Certas ditaduras como a nazista, contribuiu pelo aumento planejado da população germânica, para ter mais combatentes para a guerra.
Os partidários deste tipo de competição afirmam que as sociedades competitivas e os mercados competitivos são os que sobreviveram e que a competição entre empresas aumenta a população e melhora a qualidade dos produtores e serviços.
No plano cultural dos valores éticos, a competição gera uma cultura de trapaça, jogos de poder, esperteza, desonestidade, fraude e corrupção. A fantasia da separatividade se torna um consenso; todo mundo acredita em separatividade e separação entre disciplinas científicas. Os partidários da competição afirmam que ela estimula o progresso cultural e científico. Mas será ela o único estímulo existente para este fim?
Enfim na área do meio ambiente, a competição é responsável pelo suicídio coletivo da humanidade e pela destruição definitiva das espécies vivas, resultado de grande parte do processo que descrevemos mais acima. Os partidários da competição faz parte da ordem natural: cadeia alimentar em que todos os seres vivos se consomem entre si, competição dos machos pela posse da fêmea, observações teológicas de Konao Lorenz do aumento da agressividade e violência quando a densidade populacional aumenta. mas será que a natureza do homem não é justamente de transcender a sua própria constituição instintiva animal, cultivando os altos valores construtivos entre os quais a cooperação?
É o que vamos examinar a seguir:
2. COOPERAÇÃO
Vimos o quanto a competição é nociva e destrutiva em todas as áreas e níveis da atividade humana. O número e intensidade dos seus inconvenientes é muito maior que as suas vantagens, as quais se limitam ao fomento da produtividade e qualidade de bens de consumo e serviços e a aprendizagem na educação. Vimos que o preço é alto e que há outros meios de conseguir estes resultados.
Vamos agora verificar que no caso da cooperação, só existem vantagens em todas as áreas e níveis considerados anteriormente para a competição.
Na área individual, a cooperação gera um estado físico de saúde estimulando um funcionamento glandular harmonioso pois gera sentimentos e emoções altamente construtivas tais como o amor, a compaixão, a alegria e a equanimidade; as gera ou resulta delas. No plano da mente, a cooperação estimula a dissolução da dualidade que se opõe o "eu" e o "outro". Na cooperação há momentos em que se constata que só há um espírito o qual é integrado pelos espíritos individuais em aparência separados.
Vamos agora passar a considerar a área da sociedade, começando pela economia.
No nível internacional a criação de empresas multinacionais tendem a reforçar os blocos econômicos e transnacionais, tornando as guerras uma ameaça a sua própria existência. Mesmo a competição entre os blocos econômicos já começam a serem substituídos por esforços de cooperação. O termo parceria virou até moda nos meios empresariais. Começam a aparecer iniciativas ainda inconcebíveis há uma década atrás; carroceria de uma empresa equipada com motor de automóvel de outra empresa.
No plano das microempresas, cooperativas criam união provocada pela cooperação facilitando o escoamento dos produtos.
Existem até redes de empresários cujo objetivo é, através da cooperação evitar a destruição da vida no planeta e preservar o meio ambiente.
Afim de evitar o hiperconsumismo, surgiu nos USA, um movimento espontâneo de simplicidade voluntária; milhões de norte-americanos reduzem voluntariamente o seu consumo de roupas, móveis de madeira, sapatos, gasolina etc.
Tanto nas empresas como nas escolas, está se desenvolvendo jogos cooperativos. Estes jogos permitem experiência como a cooperação.
Eis por exemplo o que Guillermo Brown, no seu livro "jogos Cooperativos" observou quanto as reações dos mesmos jogadores, no mesmo jogo, apresentado sucessivamente de modo competitivo e cooperativo.
FORMA COMPETITIVA:
individualista
participação limitada
desordem
ganhador-perdedor
desunião
trapaça-esperteza
frustrante
limitante
repúdio
conformismo
FORMA COOPERATIVA:
"o jogo sou eu" grupal
todos participam
organização
todos ganham
união
honestidade
reconfortante
amplo
acolhida-confiança
desafio coletivo
"o jogo somos nós"
No Brasil há uma prática que faz parte dos seus hábitos de Cultura de Paz: é o mutirão. Mutirão é uma palavra mágica; todo mundo se precipita para cooperar nas colheitas entre fazendas. A grande educadora Helena Antipoff, usava o mutirão da colheita do milho, educando os professores rurais, através da festa do milho, para desenvolver o espírito de cooperação.
Vamos agora examinar a cooperação na Natureza.
O espírito de mutirão existe até em animais; basta lembrar as migrações de pássaros, a construção dos ninhos, os formigueiros e as colméias de abelhas.
Estas últimas são até citadas muitas vezes como exemplos de sociedade cooperativas.
A cooperação é realmente programada, faz parte da informática da natureza. pode se dizer o mesmo da comunicação musical entre animais que é também um modo de cooperação.
Podemos até nos perguntar até que ponto a cadeia alimentar evocada como exemplo de competição, não seria, visto de um plano de preservação do todo, como uma forma de cooperação (forçada...) para a preservação deste? Assunto para reflexões e controvérsia.
Convém ainda assinalar, no plano da cooperação para a preservação da vida, o respeito que tem os animais que nunca atacam um outro animal indefeso da sua espécie: há o caso do lobo que mesmo numa luta pela fêmea, nunca ataca um lobo ferido e caído no chão.
É sabido que a melhor forma de se defender contra o ataque de cachorros agressivos é deitar no chão.
Mostramos as vantagens e inconvenientes da competição. Quanto a cooperação, tudo indica que ela só tem vantagens. Deixamos ao leitor o julgamento final...
Por:Pierre Weil



...




3.9.08



A Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e a pintora Claire Fressynet
têm o prazer de lhe enviar este convite para a inauguração da exposição "Respirações".
a realisar no dia 13 de setembro de 2008, pelas 18h30
na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo.

Largo dos Paços do Concelho
7050-127 Montemor-o-Novo
tel:266 898 100 fax:266 898 190
email: cmmontemor@cm-montemornovo.pt

http://www.cm-montemornovo.pt/pt

Esta exposição estará patente até 11 de Outubro de 2008 no seguinte horário:
De terça à sexta das 10h às 12h e das 15h às 18h.
sádados:das 15h às 18h.
encerra domingo e feriados.


...

24.8.08

189 - 1995 - óleo / tela - 14,50 x 41 cm


...

15.8.08

Tertúlias virtuais
"Água"

271 - 2008 - óleo / tela - 21 x 31 cm


...

7.8.08

antes 1988 - mogno 87 x 22 x 7 cm



...

29.7.08

272 - 2008 - óleo / tela - 19 x 24 cm


...

21.7.08


blog da Silvia Westphalen



...

15.7.08

Tertúlias virtuais
"O melhor lugar do mundo"



Congeminado entre o expresso da linha e o VARAL DE IDÉIAS
..
AQUI e ALÉM para visitar os melhores lugares do mundo
..

4.7.08

Jul et Zoe
242 - 2005 - óleo / tela - 50 x 61 cm


Foto: Hervé Hette
...

27.6.08

Miguel Horta
Filactera, meu Amor!




....... .......






Filactera, meu Amor!

Trata-se de uma actividade bem divertida que propõe uma ponte entre a aprendizagem do Português e a linguagem da Banda Desenhada, dedicada aos pré-adolescentes.
São 90 minutos intensos de trabalho, com pesquisa nos dicionários sempre que a grafia ou significado das palavras levante alguma dúvida. Estimula-se o debate à volta do significado dos adjectivos e procuram-se verbos que traduzam o sentido das onomatopeias. Uma actividade lúdica, de cooperação, em que a aprendizagem é feita por meios não formais.


Quando os participantes entram na sala, já três grandes folhas papel de cenário estão afixadas na parede. O animador começa por interagir com os jovens, utilizando a simbologia da B.D., desenhando na grande folha de papel.
Seguem-se as diferentes expressões do rosto. A cada nova expressão, ele pede ajuda a um participante para que escreva, em “ português de lei “, a palavra que define aquele estado de alma, naturalmente um adjectivo.
A seguir, surgem os balões de banda desenhada (as “filacteras”), traduzindo cada um, uma situação específica. Também aqui, os participantes são convidados a escrever os conteúdos dos balões vazios.
Por fim, as diversas expressões onomatopaicas que habitualmente acompanham as personagens, todas traduzíveis em português regular: Aqui o desafio é encontrar o verbo correspondente a cada expressão.
Encerraremos a sessão partilhando o que produzimos em conjunto.

Por onde já passou o “Filactera meu Amor!”:

Oficina integrada no programa de itinerâncias da DGLB
Comum – Rede Cultural
O Espaço do Tempo (Montemor o Novo)
Várias bibliotecas da Rede Pública de Leitura e Escolares





....

20.6.08

Pedro Fazenda
Filacteras









.........................................
...
...

13.6.08

267 - 2007 - óleo / tela - 65 x 100 cm

6.6.08


Simon Fressynet



Estou aos pulinhos, o Simão esta em Ivrea - Itália no campeonato do mundo de canoagem kayak descida 2008.
..
È o nosso único Português nesta modalidade.

Site oficial aqui ......Galeria de fotos *
The world's best photos of ivrea and mondiali clik

Águas vivas/bravas: nota explicativa sobre a modalidade ver "descente"


Cheias do Dora Baltea 29/30 maio + fotos aqui

....

30.5.08

Ana Leonor Madeira Rodrigues. 2005

............................ ................Perder-se de Amores
Tomber ........................amoureux....
..to ...fall.................. .......... ....in love



.....
.....

24.5.08

27 - 1990 - óleo / tela - 60 x 70 cm

18.5.08

Simon Fressynet Ruas 10/2/83
Canoe Kayak



Kayaker K1H
Kayaker C1H

10.5.08

Xico Zé Henriques





Bateria: Elias Kakomanolos, João Pinheiro, Paulo Rosa, Zéze N'Gambi
Baixo Eléctrico: Xico Zé Henriques
Contrabaixo: Xico Zé Henriques
Flauta de Pan sintetizada: Diogo Sotto-Mayor
Guitara Acústica: João Maló
Guitara Electrica: João Maló, José Soares
Percussão: Kim M'Jojo, Sebastian Chiriffe
Percussão electrónica programada: Xico Zé Henriques
Piano: Emílio Robalo, Franco Chiriffe
Sax tenor e soprano: Guto Lucena
Teclados: Franco Chiriffe
Voz (coro): Cristina Henriques e Inês Furtado
Voz (principal): Maria Morbey




4.5.08

29 - 1990 - óleo / tela - 60 x 70 cm

25.4.08

28 - 1990 - óleo / tela - 60 x 70 cm

18.4.08

Miguel Horta

...
...

...
Ilustração para “Gambusino” (Wolpertinger) - Wikipedia

11.4.08

7 abril recebi prenda da maria_arvore pelo 2º ano do blog

4.4.08




O meu primeiro álbum de poesia com selecção de poemas de Alice Vieira e editado pela Dom Quixote. Fiz com pequenos objectos recolhidos na natureza e transformados,diverti-me. bjo.Danuta



29.3.08

1985 numa aula do Manuel da Costa Cabral
rectângulo d'ouro

21.3.08

Pedro Fazenda
Trabalho Em curso
Trio torres fórum 2007/08 - Torre Novas





. ..
....... ......
...........................
...... ......


PEDRO FAZENDA
- Nasceu em Coimbra, Portugal, em 1957.
- De 1977 a 1982 estuda desenho, pintura, gravura, fotografia e escultura no AR.CO – Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa.
- Desde 1985, com os escultores Silvia Westphalen e João Cutileiro é co-responsável pelo Departamento de Escultura em Pedra do Centro Cultural de Évora. Nesse âmbito produziu inúmeras exposições, apoiou a execução de projectos na área da escultura e design em pedra, orientou workshops, deu consultadoria, além de desenvolver os próprios trabalhos de escultura. Executou inúmeros troféus, protótipos e múltiplos, para diversas finalidades. Colaborou também em projectos de arquitectura e urbanismo, em que a escultura é parte integrante desde o início da concepção. Tem promovido acções de formação da área da tecnologia e logística da escultura em pedra, restauro e integração na arquitectura e urbanismo.

Está representado em diversas colecções.

Exposições individuais:
2005 “Iminentes”, Galeria 21, Évora.
2003 Conjunto de Esculturas em Pedra na Casa Nobre da Rua de Burgos – Delegação do Ministério da
Cultura em Évora, no âmbito do projecto Escultura na Cidade – Évora 2003, Évora;
“Peças Contraditórias”, Pousada N.ª Sra. da Assunção, Arraiolos;
Esculturas em Pedra – integrado no projecto “Danças com Livros”, Convento da Saudação,
Montemor-o-Novo.
2001 “432 esferóides” instalação na Cuba, Capela de São João Baptista, no âmbito do “Monsaraz Museu Aberto”, Monsaraz.
1998 “Interiores”, Galeria Évora Arte, Évora.
1997 Biblioteca Municipal Calouste Gulbenkian, Ponte de Sôr.
1996 Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal.
1995 Galeria de Arte Tamar, Évora.
1994 Jardim do Departamento de Psiquiatria do Hospital São Francisco de Xavier, Lisboa;
Galeria Municipal de Montemor-o-Novo.
1989 Galeria ARA, Lisboa.
1988 Galeria Leo, Lisboa.
1987 Galeria Roma e Pavia, Porto.

Esculturas públicas em:
- Abrantes, Alfândega da Fé, Almada, Évora, Fundão, Montemor-o-Novo, Reguengos de Monsaraz, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.


Participou:
- III Simpósio de Escultura de Alfândega da Fé – Alfândega da Fé, Portugal, 2004.
- III Simpósio de Escultura em Terra(cota) – Montemor-o-Novo, Portugal, 2001.
- Simpósio Internacional de Escultura - Durbach, R.F.A, 1986.
- Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Porto, Portugal, 1985.
- Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Verona, Itália, 1981.
- Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Évora, Portugal, 1981.

Participa em dezenas de exposições colectivas desde 1980.

Trabalhos Relevantes:
2006 Escultura em mármore, de grandes dimensões (3,50 x 15,00 x 15,00m) “Portas da Cidade”,
Torres Novas.
2004 Escultura em granito e xisto, executada no III Simpósio de escultura de Alfândega da Fé;
Conjunto escultórico em mármore e bronze evocativo da “Apanha do figo”, Torres Novas.
2002 Escultura para o campo de golfe de “Vila Sol”, Vilamoura;
Conjunto escultórico em mármore “Homenagem ao Figo e à Figueira”, Torres Novas.
2001 Escultura em taipa (terra compactada), realizada no âmbito do “III Simpósio Internacional de Escultura em Terra(cota)”, Montemor-o-Novo;
Escultura em mármore de homenagem “O Fogueteiro”, Vila Nova da Barquinha;
Escultura em mármore executada na Escola Secundária do Fundão no âmbito de concurso nacional
promovido pelo Ministério da Educação.
2000 Escultura Team 4, Algés.
1999 Escultura em mármore e vidro para o Fórum Municipal, Castro Verde.
1998 Escultura para espaço público de café restaurante, integrada na recuperação arquitectónica do
edifício, desenvolvendo-se do rés do chão ao 2.º andar do mesmo, Abrantes.
1997 Escultura em mármore evocativa da figura de Túlio Espanca, Colégio do Espírito Santo, Universidade de Évora.
1995 Relevo em mármore (3,00 x 25,00m) na parede exterior do Museu do Café, em Campo Maior.
1994 Escultura em mármore evocativa da figura de Florbela Espanca, realizada no âmbito do centenário do nascimento da poetisa, colecção particular, Évora.
1985 Escultura “Simpósio Internacional de Escultura em Pedra”, Porto;
Escultura “Simpósio Internacional de Escultura”, Durbach, RFA.
1981 Escultura em Pedra “Homenagem a Julieta”, Verona, Itália;
Escultura em mármore executada no Simpósio Internacional de Escultura em Pedra, Évora.
pfazenda@hotmail.com



15.3.08


265
- 2007 - óleo / tela - 60 x 90 cm

9.3.08

Cartaz de Catherine Henke
a bruxa TEATRO

29.2.08

Doze palavras num sopro de letras, desafio da Hipatia.
Passa a corrente


Bloc A3 2007

23.2.08

Testemunhos com Manuel da Costa cabral




Nota sobre o video
December 21, 2007
Sessão realizada na 5ª feira 13 de Dezembro 2007 às 21 horas no Salão do Ar.Co, Rua de Santiago, 18, Lisboa

Em sessões que se desenrolarão ao longo do ano lectivo, personalidades nacionais e internacionais envolvidas na produção, divulgação e administração das artes são convidadas a destacar, individual e informalmente, aspectos relevantes da sua experiência profissional ou de recentes experiências formativas, compondo visões subjectivas dos mecanismos do "mundo da arte".

As sessões destinam-se prioritariamente a alunos do Ar.Co em fase de finalização da sua formação (Fases 3, Cursos Avançados, Projectos Individuais).


NOTA BIOGRÁFICA
Manuel da Costa Cabral, nasceu em 1941. Formou-se em Pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1963) e trabalhou como professor de arte em diversas escolas públicas e privadas e como designer de exposições em colaboração com o pintor Manuel Lapa. Envolveu-se em inúmeras actividades de animação e intervenção socio-cultural nos últimos sete anos da ditadura (1967-74) e nos primeiros sete anos de democracia (1974 --81). Entre 1971 e 72 realizou uma visita de estudo, de seis meses, a vinte instituições artísticas universitárias americanas como bolseiro do Instituto Internacional de Educação e da Fundação Calouste Gulbenkian sob orientação do professor Rudolf Arnheim de Universidade de Harvard. Entre 1974 e 1977 colaborou no projecto de arranque da cooperação portuguesa voluntária na República da Guiné Bissau (formação de professores).
Em 1973 fundou em Lisboa o Ar.Co- Centro de Arte e Comunicação Visual, tendo sido seu Director Executivo durante 21 anos.
Em 1993 recebeu o grau de Honorary Fellow do Royal College of Art em Londres.
Retomou a actividade de pintor em 1982 e tem exposto regularmente desde 1989.
Desde 1994 exerce as funções de Director do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian.






16.2.08


Préparation de la toile ...............................Preparação da tela
1/ Marouflage: lin sur jute..............................1/ entretelar: linho sobre juta
2/ encollage: colle de peaux de lapins .........2/ pré-preparação: pelica de coelho
3/ enduit: plâtre amorphe...............................3/ preparação: gesso amorfo




8.2.08

Margarida Saraiva
Caderno A4 de desenho, pintura, etc

....................

..........
..........







MARGARIDA SANTOS SARAIVA
NASCEU EM LISBOA, A 2 DE ABRIL DE 1951

TRABALHOU COMO DESIGNER GRÁFICO NAS PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA

TRABALHOU EM MOÇAMBIQUE COMO FREE – LANCER, EM PUBLICIDADE, E LIGADA A UM GRUPO DE SOLIDARIEDADE NACIONAL TRABALHOU COM CRIANÇAS DE RUA EM EXPRESSÃO PLÁSTICA CERÂMICA TRABALHOS EM PAPEL BRINQUEDOS A PARTIR DE MATERIAIS RECICLADOS, TECIDOS, COURO, ETC

DE NOVO EM LISBOA, TRABALHOU NA DOPERFILME COMO DESIGNER GRÁFICO DE PUBLICIDADE PARTICIPOU NUM PROJECTO EXPERIMENTAL COM UMA ESCOLA INFANTIL (INFANTÁRIO DA AJUDA) LIGADA A OUTRAS ESCOLAS COM CRIANÇAS, EM EXPRESSÃO PLÁSTICA, DRAMATIZAÇÃO E ARTESANATO URBANO

COLABOROU AINDA COM ILUSTRAÇÕES PARA A EDITORAS DISCOGRÁFICAS
TRABALHOU EM ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA DE ARQUEOLOGIA PARA O INSTITUTO ARQUEOLÓGICO ALEMÃO,PARA O CENTRO DE ARQUEOLOGIA DA FACULDADE DE LETRAS DE LISBOA , E AINDA PARA O MUSEU DE ARQUEOLOGIA .
EFECTUOU TAMBÉM UM ESTÁGIO DE RESTAURO DE CERÂMICA EM CONÍMBRIGA

COLABOROU COM O ENCENADOR ADOLFO GUTKIN NA CENOGRAFIA DE ALGUMAS PEÇAS DO GRUPO DE TEATRO “MAIZUM”

ESTEVE EM MACAU TRABALHANDO NO LEAL SENADO E NO FÓRUM DE MACAU, ONDE DESEMPENHAVA FUNÇÕES DE DESIGNER GRÁFICO COLABOROU AINDA EM JORNAIS E REVISTAS CAMPANHAS DE LANÇAMENTOS DE ESPECTÁCULOS DESPORTIVOS, ACÇÕES DE LANÇAMENTO DE CAMPANHAS DE IMPLEMENTAÇÃO DA HIGIENE E LIMPEZA NA CIDADE, JUNTO DAS ESCOLAS FAZENDO TRABALHOS DE SENSIBILIZAÇÃO NAS ESCOLAS JARDINS E PRAÇAS COM ALUNOS E POPULAÇÃO EM GERAL

REGRESSOU A LISBOA E EXECUTOU MAQUETAS PARA EXPOSIÇÕES NO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA E DESENHOS MAQUETAS E ILUSTRAÇÕES PARA O INSTITUTO ARQUEOLÓGICO ALEMÃO DELEGAÇÕES DE LISBOA MADRID E ALEMANHA PARA O MUSEU DA CIDADE EM LISBOA ,PARA O MUSEU DE TORRES VEDRAS PARA A REVISTA ERA

TEM TRABALHOS DE ILUSTRAÇÃO CIENTIFICA DE ARQUEOLOGIA PUBLICADOS EM VÁRIAS REVISTAS MONOGRAFIAS E CATALOGOS EM ESPANHA PORTUGAL ALEMANHA E FRANÇA DOS QUAIS SE PODEM DESTACAR: MADRIDER MITTEILUNGEN MADRIDER FORCHUNGEN ROTEIRO DA PENINSULA IBERICA, REVISTA PORTUGUESA DE ARQUEOLOGIA, ARQUEOLOGO PORTUGUÊS,REVISTA ERA ,CATALOGO DE CERAMICA DE ALPIARÇA DA COLEÇÃO DO MUSEU DOS PATUDOS E DO MUSEU DE ANTROPOLOGIA DA UNIVERCIDADE DO PORTO E DIVERSOS CATALOGOS DE EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS DE ARQUEOLOGIA

LIGADA AO I.F.C.T. (INSTITUTO DE FORMAÇÃO E CRIAÇÃO TEATRAL), PARTICIPOU EM VÁRIOS CURSOS DO FUNDO SOCIAL EUROPEU COMO PROFESSORA DE REALIZAÇÃO PLÁSTICA, MÁSCARAS, CARACTERIZAÇÃO E FIGURINOS, UTILIZANDO ENTRE OUTROS, MATERIAIS COMO LÁTEX, RESINAS, FIBRAS, GESSO, SILICONE E POLIÉSTER.

COLABOROU COM ROLNEY BARRETO NO CENÁRIO DAS PEÇAS “A COMPANHEIRA “DE ADOLFO GUTKIN, “ HOMO DRAMATICUS”, DE ALBERTO ADELACHE, E RECITAL DE MUSICA ESPANHOLA PARA VOZ E GUITARRA CLÁSSICA – FESTIVAIS DE LISBOA DESENHOU FIGURINOS PARA A PEÇA INFANTIL “VERDE QUE TE QUERO VER “, UMA PRODUÇÃO BRASILEIRA E PARA “EX QUE LECTO “DE ADOLFO GUTKIN.

COMO ANIMADORA CULTURAL, TRABALHOU DURANTE DOIS VERÕES EM CERÂMICA, ARTESANAL, TRABALHOS COM TECIDOS, COURO PASTA DE PAPEL, PASTA DE MADEIRA, PINTURA E DECORAÇÃO, COM O CENTRO DE DIA DA JUNTA DE FREGUESIA DAS MERCÊS EM LISBOA.

PARTICIPOU NUM WORKSHOP DE PINTURA EM FOTOGRAFIA NA ESCOLA “AR.CO”, COM KLAUS POLLMEIER.

PARTICIPOU NO SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE JOVENS CENÓGRAFOS, ORGANIZADO PELO INSTITUTO INTERNACIONAL DE TEATRO DO MEDITERRÂNEO, INTEGRADO NO FESTIVAL INTERNACIONAL MADRID – SUL EM FUENLABRADA MADRID.

.PARTICIPOU EM EXPOSIÇÕES COLECTIVAS COM TRABALHOS